Bicicletas elétricas exigem novas soluções de segurança nas cidades
O uso de bicicletas elétricas cresce rapidamente nas cidades brasileiras. Elas são práticas, sustentáveis e ajudam a reduzir o trânsito de veículos e a poluição. No entanto, esse novo modelo de mobilidade também gera novos desafios para a segurança urbana. Por serem equipamentos de alto valor e não possuírem placa ou identificação visível, as bicicletas elétricas se tornaram um alvo atrativo para criminosos.
Segundo especialistas, o número de furtos e roubos vem aumentando, o que torna o monitoramento uma necessidade cada vez mais importante para os usuários e para as empresas. “Monitorar a bicicleta deixa de ser um diferencial e passa a ser uma necessidade básica de proteção”, explica Paulo Buriti, gerente corporativo da Corpvs.
Nas vias públicas, o maior risco é o roubo direto, muitas vezes com abordagem violenta. Em alguns casos, os criminosos provocam a queda do ciclista para facilitar a fuga com a bicicleta. Já em locais fechados, como garagens e áreas comuns de prédios corporativos, o risco principal é o furto.
“A tecnologia é uma grande aliada para reduzir perdas e aumentar a sensação de segurança. Com as soluções da Corpvs, é possível acompanhar a bicicleta em tempo real, visualizar o histórico de deslocamentos e até realizar o bloqueio do seu funcionamento em situações suspeitas”, conta Paulo.
Outra funcionalidade importante são as chamadas “cercas virtuais”, que disparam alertas quando a bicicleta sai de uma área previamente definida. “Nesse momento, a central de monitoramento entra em contato com o cliente para confirmar se foi um esquecimento ou uma tentativa de furto, permitindo uma resposta rápida”, descreve Paulo. “Além da proteção do patrimônio, o monitoramento de bicicletas elétricas também é um investimento em bem-estar”, finaliza.


Liandro Brito
Jornalista produtor e escritor do Jornal Corpvs News.
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Segurança no trânsito: como prevenção, tecnologia e gestão de riscos podem reduzir mortes nas rodovias brasileiras
O trânsito brasileiro segue entre as principais causas de mortes evitáveis no país. Apesar dos avanços em fiscalização e tecnologia, milhares de pessoas ainda perdem a vida todos os anos em ocorrências que, em grande parte, poderiam ser prevenidas. O debate sobre segurança viária ganha força à medida que especialistas defendem uma mudança de postura: enxergar esses episódios não como fatalidades inevitáveis, mas como eventos passíveis de gestão e prevenção.
Nesse contexto, a substituição do termo “acidente” por “sinistro de trânsito” representa mais do que uma mudança de nomenclatura. A nova abordagem reforça a necessidade de identificar fatores de risco, como excesso de velocidade, fadiga, distrações ao volante e falhas na gestão das operações de transporte, permitindo a adoção de medidas efetivas antes que ocorram tragédias.
Paralelamente, cresce a adoção de ferramentas de monitoramento, telemetria e análise de comportamento dos condutores, capazes de auxiliar empresas e gestores públicos na construção de ambientes viários mais seguros. A combinação entre tecnologia, educação e fiscalização tem se mostrado essencial para reduzir a ocorrência de sinistros e salvar vidas.
Mais do que reagir às consequências, o desafio está em consolidar uma cultura permanente de prevenção. Investir em gestão de riscos e em práticas de segurança viária é um passo fundamental para transformar o trânsito em um espaço mais seguro para todos.
Mortes no trânsito: por que prevenção e gestão de riscos precisam substituir a cultura do "acidente"
O Brasil registra milhares de mortes no trânsito todos os anos, um cenário que especialistas classificam como um problema de saúde pública e segurança viária. Mais do que uma questão de infraestrutura, os números evidenciam a necessidade de fortalecer a prevenção, a fiscalização e a gestão de riscos para reduzir a violência nas ruas e rodovias. Em 2023, o país contabilizou 34.881 mortes em sinistros de trânsito, mantendo uma tendência de alta observada desde 2020.
Diante desse cenário, cresce o entendimento de que essas ocorrências não devem ser tratadas como simples "acidentes", mas como eventos que, em grande parte, podem ser evitados. A mudança de terminologia para "sinistro de trânsito", adotada pela ABNT e incorporada às políticas nacionais de segurança viária, reforça a importância de identificar fatores de risco e atuar preventivamente antes que tragédias aconteçam.
Outro movimento importante é o avanço de tecnologias voltadas à segurança viária. Soluções como telemetria, monitoramento inteligente, análise de comportamento do motorista e sistemas de apoio à condução vêm sendo adotadas por empresas para reduzir riscos, aumentar a segurança das operações e prevenir ocorrências nas estradas.
Mais do que reagir após um sinistro, o desafio do trânsito brasileiro passa pela construção de uma cultura de prevenção. Investimentos em educação, fiscalização e tecnologia tendem a desempenhar um papel cada vez mais relevante para reduzir mortes, proteger vidas e tornar a mobilidade mais segura.
Pets conectados: como a tecnologia está aumentando a segurança e o bem-estar dos animais de estimação
A tecnologia tem transformado o mercado pet e criado novas formas de proteger os animais de estimação. Soluções como rastreadores por GPS, coleiras inteligentes e dispositivos de monitoramento em tempo real vêm ganhando espaço entre os tutores, que buscam mais segurança, praticidade e qualidade de vida para seus pets.
Além de ajudar na localização de animais em casos de fuga, essas tecnologias permitem acompanhar a rotina, monitorar indicadores de saúde e receber alertas em tempo real sobre alterações de comportamento ou deslocamentos fora de áreas previamente definidas. O avanço dessas ferramentas reforça uma mudança no cuidado com os pets, em que a prevenção passa a ser tão importante quanto a resposta a emergências.
Outro movimento importante é a popularização desses dispositivos. Antes restritas a um nicho de consumidores, as tecnologias para monitoramento e segurança de animais de estimação estão se tornando mais acessíveis, impulsionando um mercado que cresce à medida que os brasileiros tratam seus pets como membros da família.
Mais do que acompanhar a localização dos animais, a tecnologia inaugura uma nova fase no setor pet, marcada pelo uso de dados e conectividade para prevenir acidentes, reduzir riscos e promover mais bem-estar no dia a dia dos cães e gatos.
