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Bicicletas elétricas exigem novas soluções de segurança nas cidades

20 de março de 2026Liandro Brito

O uso de bicicletas elétricas cresce rapidamente nas cidades brasileiras. Elas são práticas, sustentáveis e ajudam a reduzir o trânsito de veículos e a poluição. No entanto, esse novo modelo de mobilidade também gera novos desafios para a segurança urbana. Por serem equipamentos de alto valor e não possuírem placa ou identificação visível, as bicicletas elétricas se tornaram um alvo atrativo para criminosos. 

Segundo especialistas, o número de furtos e roubos vem aumentando, o que torna o monitoramento uma necessidade cada vez mais importante para os usuários e para as empresas. “Monitorar a bicicleta deixa de ser um diferencial e passa a ser uma necessidade básica de proteção”, explica Paulo Buriti, gerente corporativo da Corpvs. 

Nas vias públicas, o maior risco é o roubo direto, muitas vezes com abordagem violenta. Em alguns casos, os criminosos provocam a queda do ciclista para facilitar a fuga com a bicicleta. Já em locais fechados, como garagens e áreas comuns de prédios corporativos, o risco principal é o furto. 

“A tecnologia é uma grande aliada para reduzir perdas e aumentar a sensação de segurança. Com as soluções da Corpvs, é possível acompanhar a bicicleta em tempo real, visualizar o histórico de deslocamentos e até realizar o bloqueio do seu funcionamento em situações suspeitas”, conta Paulo. 

Outra funcionalidade importante são as chamadas “cercas virtuais”, que disparam alertas quando a bicicleta sai de uma área previamente definida. “Nesse momento, a central de monitoramento entra em contato com o cliente para confirmar se foi um esquecimento ou uma tentativa de furto, permitindo uma resposta rápida”, descreve Paulo. “Além da proteção do patrimônio, o monitoramento de bicicletas elétricas também é um investimento em bem-estar”, finaliza.

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Liandro Brito

Jornalista produtor e escritor do Jornal Corpvs News.

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Dia da Mulher: esperar mais 160 anos por igualdade na liderança não é uma opção

O artigo publicado no portal ABC da Comunicação aborda a lenta evolução da presença feminina em cargos de liderança e alerta para a urgência de mudanças no cenário corporativo. Segundo dados de pesquisas recentes, no ritmo atual, a igualdade de gênero nesses cargos só será alcançada em mais de 160 anos, evidenciando um avanço ainda insuficiente.

O texto destaca que a participação das mulheres em posições de alta liderança no Brasil segue abaixo da média global e, em alguns casos, apresenta retrocessos, como na queda da presença feminina em vice-presidências. Além disso, aponta que a baixa representatividade também se reflete nos conselhos de administração, onde muitas empresas ainda não possuem mulheres em suas estruturas decisórias.

A publicação, divulgada na imprensa, contou com entrevista de Ingrid Lucena, coordenadora de marketing da Corpvs Segurança, que reforça a importância da diversidade de gênero como fator estratégico para inovação, melhores decisões e resultados corporativos. Segundo ela, ampliar a presença feminina, especialmente em setores tradicionalmente masculinos, é essencial para transformar culturas organizacionais e impulsionar o desenvolvimento das empresas.

Por fim, o artigo enfatiza que a busca pela igualdade vai além de uma questão de representatividade: trata-se de competitividade, sustentabilidade e inteligência de negócio, exigindo ações concretas e urgentes por parte das organizações.

Abaixo, veja a lista de veículos onde a entrevista foi divulgada. Clique no nome do veículo para ler o material na íntegra:

 

Roubo de cargas avança em MG

O avanço do roubo de cargas no Brasil, especialmente em Minas Gerais, tem acendido um alerta para o setor de transporte e segurança. Reportagem divulgada na imprensa pelo portal O Tempo mostra que esse tipo de crime deixou de ser pontual e passou a apresentar alto nível de organização, com quadrilhas estruturadas, divisão de funções e uso de informações estratégicas para agir.

O problema se agrava com casos que envolvem até agentes públicos, evidenciando a complexidade das operações criminosas e os desafios no combate a essas ações. Dados recentes indicam crescimento expressivo das ocorrências no estado, além de impactos bilionários para empresas e seguradoras.

A matéria contou com entrevista de Paulo Buriti, gerente corporativo da Corpvs Segurança, que destacou a profissionalização das quadrilhas e o uso de inteligência para mapear rotas, cargas e vulnerabilidades. Segundo ele, a prevenção passa pelo uso integrado de tecnologia, monitoramento e planejamento estratégico, aliados à cooperação entre empresas e autoridades para antecipar riscos e reduzir prejuízos.

Clique no link abaixo e leia o material na íntegra:

O custo que empresas pagam por não usar tecnologia

O artigo “Acidentes nas frotas: o custo que empresas pagam por não usar tecnologia”, divulgado na imprensa e escrito por Gaudêncio Lucena, presidente da CORPVS, chama a atenção para os impactos humanos e financeiros causados pelos acidentes de trânsito no Brasil.

O texto destaca que milhares de vidas são perdidas todos os anos e que os prejuízos econômicos chegam a bilhões de reais, afetando diretamente a saúde pública, a produtividade e o patrimônio das empresas. Segundo o autor, grande parte desses acidentes poderia ser evitada.

A análise reforça que a falta de investimento em tecnologia ainda é um dos principais problemas. Ferramentas como videotelemetria e monitoramento em tempo real já permitem identificar comportamentos de risco dos motoristas, como uso do celular, fadiga e imprudências ao volante.

Por fim, o artigo defende uma mudança de postura das empresas, com adoção de uma gestão baseada em dados e sustentada por três pilares essenciais: educação, legislação e tecnologia, como caminho para reduzir acidentes e aumentar a segurança nas frotas.

Clique no link abaixo para ler o material na íntegra:

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