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Indústria logística aposta em inteligência artificial para reduzir roubos de carga no Brasil

21 de maio de 2026

A indústria de transporte e logística vem acelerando investimentos em inteligência artificial, telemetria e monitoramento inteligente para enfrentar um dos principais desafios do setor: o roubo de cargas. A adoção dessas tecnologias já começa a refletir diretamente nos indicadores de segurança, eficiência operacional e redução de prejuízos em diferentes regiões do país.

Um levantamento apresentado no Fórum Regional de Segurança do SETCERGS mostrou que o Rio Grande do Sul registrou queda de até 89% nos roubos de carga nos últimos anos, resultado associado ao fortalecimento da inteligência integrada, análise de dados e uso de soluções tecnológicas no setor logístico.

Diante de um cenário em que as quadrilhas atuam de forma cada vez mais organizada, a indústria passou a enxergar a tecnologia não apenas como diferencial competitivo, mas como parte essencial da estratégia de proteção patrimonial e continuidade operacional.

Soluções baseadas em inteligência artificial conseguem cruzar informações em tempo real para identificar padrões suspeitos, desvios de rota, paradas fora do previsto e comportamentos considerados de risco durante o transporte. Com isso, empresas conseguem agir preventivamente antes que o sinistro aconteça.

Outro recurso que vem ganhando espaço na indústria logística é a telemetria embarcada. A tecnologia permite acompanhar velocidade, freadas bruscas, tempo de parada, abertura de portas e comportamento do motorista, ampliando o controle das operações e contribuindo para a redução de custos operacionais e riscos nas estradas. Além disso, o uso combinado de câmeras veiculares, rastreamento em tempo real e monitoramento inteligente fortalece a capacidade de resposta diante de incidentes, aumentando a eficiência das centrais de segurança e a recuperação de cargas.

Um dos desafios atuais enfrentados pela indústria é o crescimento do uso de jammers, equipamentos utilizados para bloquear sinais de rastreamento durante roubos. Para enfrentar esse tipo de ameaça, empresas têm investido em rastreamento com redundância e tecnologias alternativas de comunicação, capazes de manter o monitoramento ativo mesmo diante de tentativas de bloqueio.

Segundo dados do setor, o Sudeste ainda concentra a maior parte das ocorrências de roubo de cargas no Brasil, com destaque para São Paulo e Rio de Janeiro, reforçando a necessidade de investimentos contínuos em segurança operacional e inteligência logística.

Outro movimento importante é a democratização dessas tecnologias. Ferramentas que antes eram acessíveis apenas para grandes transportadoras agora começam a fazer parte da realidade de pequenas e médias empresas da indústria logística, ampliando o nível de proteção e eficiência em operações de diferentes portes.

Mais do que reagir após os prejuízos, a indústria vive um momento em que investir em prevenção inteligente se tornou prioridade estratégica. O uso de inteligência artificial, análise preditiva e monitoramento integrado tende a transformar cada vez mais a forma como empresas gerenciam riscos, protegem cargas e fortalecem suas operações logísticas.

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Roubo de cargas: como a inteligência artificial está transformando a segurança logística no Brasil

19 de maio de 2026

A redução dos índices de roubo de cargas em algumas regiões do Brasil tem mostrado como a tecnologia vem se consolidando como uma das principais aliadas da segurança logística. Um levantamento recente apontou queda significativa nos casos no Rio Grande do Sul, resultado associado ao avanço do uso de inteligência artificial, análise de dados e monitoramento inteligente nas operações de transporte.

Diante de um cenário em que as quadrilhas atuam de forma cada vez mais estratégica e organizada, soluções como telemetria, rastreamento em tempo real e monitoramento integrado passaram a desempenhar um papel essencial na prevenção de perdas e na proteção de motoristas e cargas.

A inteligência artificial aplicada à logística permite identificar padrões suspeitos, desvios de rota, paradas fora do previsto e comportamentos considerados de risco. Com o cruzamento de informações em tempo real, os sistemas conseguem gerar alertas automáticos e acelerar a tomada de decisão diante de possíveis ocorrências.

Já a telemetria amplia o controle operacional ao acompanhar indicadores como velocidade, tempo de parada, abertura de portas e comportamento do veículo durante o trajeto. Quando integrada a centrais de monitoramento, a tecnologia contribui para respostas mais rápidas e maior eficiência na gestão de risco.

Outro ponto importante é que essas soluções deixaram de ser exclusivas de grandes transportadoras. Hoje, empresas de diferentes portes conseguem incorporar ferramentas inteligentes de segurança operacional, reduzindo vulnerabilidades e aumentando a previsibilidade das operações.

Mais do que reagir após os prejuízos, o setor logístico vive um momento em que investir em prevenção inteligente se tornou prioridade. O uso de tecnologia não apenas reduz riscos, mas também fortalece a eficiência, a competitividade e a segurança em toda a cadeia de transporte.

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Roubo de máquinas agrícolas cresce 37,5% e aceleram uso de tecnologia contra crimes

13 de maio de 2026

A segurança no campo tem se tornado uma preocupação crescente para o agronegócio brasileiro. Dados recentes apontam que os roubos e furtos de máquinas agrícolas aumentaram 37,5%, impulsionando produtores rurais a investirem cada vez mais em tecnologias de monitoramento, rastreamento e inteligência operacional. Além da proteção patrimonial, essas soluções têm contribuído para melhorar a gestão das operações e reduzir prejuízos no setor.

O tema ganhou destaque na imprensa em matéria publicada pelo portal TDT News, que contou com a participação de Paulo Buriti, gerente corporativo da Corpvs Segurança. Na entrevista, o executivo destacou a importância do uso de tecnologia e monitoramento inteligente como aliados estratégicos para aumentar a segurança e a eficiência das operações no campo.

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Tecnologia no campo: de resposta a crimes à estratégia para mais eficiência e controle no agro

04 de maio de 2026

O aumento da criminalidade no campo e os desafios operacionais do agronegócio foram destacados na reportagem da TV Revista Rural, que mostra como produtores rurais têm buscado soluções mais eficientes para proteger seus ativos e garantir a continuidade das operações. O conteúdo reforça que, além dos prejuízos financeiros, a insegurança impacta diretamente a produtividade e a tomada de decisão no dia a dia das propriedades.

Na matéria, ganha destaque o papel da tecnologia como aliada estratégica no campo. Ferramentas como rastreamento, telemetria e monitoramento remoto aparecem como soluções cada vez mais presentes na rotina dos produtores, permitindo maior visibilidade sobre máquinas, veículos e equipes, especialmente em áreas extensas onde o controle operacional é mais complexo.

Outro ponto abordado é a importância da informação em tempo real. Sistemas inteligentes permitem identificar rapidamente qualquer movimentação fora do padrão, facilitando respostas mais ágeis diante de possíveis ocorrências. Essa capacidade de antecipação é vista como um diferencial importante, já que reduz riscos e evita prejuízos maiores.

A reportagem também evidencia que o uso dessas tecnologias vai além da segurança patrimonial. Ao integrar dados operacionais, os produtores conseguem otimizar rotas, reduzir custos, melhorar o uso de recursos e aumentar a eficiência da produção. Isso mostra que investir em tecnologia não é apenas uma medida de proteção, mas também uma estratégia para elevar a competitividade no setor.

Por fim, o material reforça uma mudança de postura no agronegócio: sair de uma atuação reativa para uma abordagem preventiva e orientada por dados. Em um cenário cada vez mais desafiador, contar com soluções tecnológicas se torna essencial para garantir mais controle, previsibilidade e sustentabilidade nas operações rurais.

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Roubo de máquinas agrícolas cresce 37,5% e aceleram uso de tecnologia contra crimes no campo

24 de abril de 2026

O aumento da criminalidade no campo tem reforçado a importância do uso de tecnologias voltadas à proteção patrimonial e à gestão operacional no agronegócio. Dados recentes mostram que os roubos e furtos de máquinas agrícolas cresceram 37,5% no primeiro semestre de 2025, enquanto crimes envolvendo pick-ups utilizadas nas fazendas avançaram 22,8% no mesmo período.

Diante desse cenário, recursos como rastreamento, telemetria, câmeras embarcadas e monitoramento remoto tornam-se aliados estratégicos para produtores rurais e empresas do setor. Em propriedades com grandes extensões territoriais, onde a vigilância contínua é mais difícil, essas soluções ampliam o controle sobre ativos de alto valor e ajudam a reduzir vulnerabilidades.

O rastreamento em tempo real permite localizar máquinas e veículos rapidamente em caso de ocorrência, aumentando a capacidade de resposta e as chances de recuperação. Já sistemas integrados com sensores e alertas inteligentes conseguem identificar movimentações fora do padrão, acessos indevidos e situações suspeitas quase de forma imediata, permitindo ações preventivas antes que o prejuízo aconteça.

Outro ponto relevante é que essas tecnologias deixaram de ser exclusivas de grandes operações e se tornaram mais acessíveis a propriedades de diferentes portes. Hoje, pequenos e médios produtores também conseguem implementar ferramentas que aumentam a segurança, reduzem perdas e melhoram a eficiência no dia a dia.

Além da proteção patrimonial, o uso desses recursos traz ganhos de gestão. Com dados em tempo real, o produtor consegue acompanhar rotas, tempo de operação das máquinas, períodos de parada e desempenho da frota, otimizando processos e reduzindo desperdícios.

Mais do que reagir aos crimes no campo, o momento exige investir em prevenção inteligente. Contar com tecnologia já não é apenas diferencial competitivo, mas uma necessidade para proteger patrimônio, garantir produtividade e operar com mais previsibilidade.

Esse avanço também mostra como a tecnologia aplicada à segurança vai além da prevenção de perdas e passa a gerar impacto direto na eficiência operacional. Cases como o da Avine demonstram que soluções integradas de monitoramento, logística e inteligência de dados ajudam empresas do agro, observe os dados:

Em um setor cada vez mais pressionado por produtividade e competitividade, investir em segurança inteligente significa também impulsionar resultados e sustentabilidade.

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'Gangue do Quebra-vidro' expõe novo desafio em grandes capitais como São Paulo e reforça papel da tecnologia na segurança veicular

15 de abril de 2026

A crescente atuação da chamada gangue do quebra-vidro em São Paulo tem reforçado a importância do uso de tecnologias voltadas à segurança veicular e à proteção patrimonial. Em ações rápidas, que acontecem muitas vezes com veículos parados no trânsito, criminosos aproveitam distrações para quebrar vidros e furtar objetos deixados à vista dentro dos automóveis.

Diante desse cenário, recursos como câmeras veiculares, telemetria e rastreamento tornam-se aliados estratégicos tanto para motoristas particulares quanto para empresas com operações em rua. As câmeras embarcadas ajudam no registro de ocorrências e na produção de provas, aumentando o raio de observação do motorista diante de pontos mais críticos e, a depender do modelo, até dar alertas de movimentações suspeitas nos arredores dos casos.

Já o rastreamento em tempo real amplia a capacidade de resposta diante de incidentes, oferecendo localização imediata do veículo e suporte mais ágil em situações emergenciais. Quando integrado a outras soluções de monitoramento, o sistema contribui para decisões mais rápidas e maior controle das operações.

Outro ponto relevante é que essas tecnologias se tornaram mais acessíveis e adaptáveis a diferentes perfis de uso, deixando de ser exclusivas de grandes frotas. Hoje, pequenas empresas e motoristas independentes também conseguem incorporar ferramentas que aumentam a segurança e reduzem riscos no dia a dia.

Mais do que reagir após as ocorrências, o momento exige investir em prevenção inteligente. Contar com a tecnologia faz a diferença na proteção de pessoas e seus pertences.

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Dia da Mulher: esperar mais 160 anos por igualdade na liderança não é uma opção

31 de março de 2026

O artigo publicado no portal ABC da Comunicação aborda a lenta evolução da presença feminina em cargos de liderança e alerta para a urgência de mudanças no cenário corporativo. Segundo dados de pesquisas recentes, no ritmo atual, a igualdade de gênero nesses cargos só será alcançada em mais de 160 anos, evidenciando um avanço ainda insuficiente.

O texto destaca que a participação das mulheres em posições de alta liderança no Brasil segue abaixo da média global e, em alguns casos, apresenta retrocessos, como na queda da presença feminina em vice-presidências. Além disso, aponta que a baixa representatividade também se reflete nos conselhos de administração, onde muitas empresas ainda não possuem mulheres em suas estruturas decisórias.

A publicação, divulgada na imprensa, contou com entrevista de Ingrid Lucena, coordenadora de marketing da Corpvs Segurança, que reforça a importância da diversidade de gênero como fator estratégico para inovação, melhores decisões e resultados corporativos. Segundo ela, ampliar a presença feminina, especialmente em setores tradicionalmente masculinos, é essencial para transformar culturas organizacionais e impulsionar o desenvolvimento das empresas.

Por fim, o artigo enfatiza que a busca pela igualdade vai além de uma questão de representatividade: trata-se de competitividade, sustentabilidade e inteligência de negócio, exigindo ações concretas e urgentes por parte das organizações.

Abaixo, veja a lista de veículos onde a entrevista foi divulgada. Clique no nome do veículo para ler o material na íntegra:

 

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Roubo de cargas avança em MG

31 de março de 2026

O avanço do roubo de cargas no Brasil, especialmente em Minas Gerais, tem acendido um alerta para o setor de transporte e segurança. Reportagem divulgada na imprensa pelo portal O Tempo mostra que esse tipo de crime deixou de ser pontual e passou a apresentar alto nível de organização, com quadrilhas estruturadas, divisão de funções e uso de informações estratégicas para agir.

O problema se agrava com casos que envolvem até agentes públicos, evidenciando a complexidade das operações criminosas e os desafios no combate a essas ações. Dados recentes indicam crescimento expressivo das ocorrências no estado, além de impactos bilionários para empresas e seguradoras.

A matéria contou com entrevista de Paulo Buriti, gerente corporativo da Corpvs Segurança, que destacou a profissionalização das quadrilhas e o uso de inteligência para mapear rotas, cargas e vulnerabilidades. Segundo ele, a prevenção passa pelo uso integrado de tecnologia, monitoramento e planejamento estratégico, aliados à cooperação entre empresas e autoridades para antecipar riscos e reduzir prejuízos.

Clique no link abaixo e leia o material na íntegra:

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O custo que empresas pagam por não usar tecnologia

31 de março de 2026

O artigo “Acidentes nas frotas: o custo que empresas pagam por não usar tecnologia”, divulgado na imprensa e escrito por Gaudêncio Lucena, presidente da CORPVS, chama a atenção para os impactos humanos e financeiros causados pelos acidentes de trânsito no Brasil.

O texto destaca que milhares de vidas são perdidas todos os anos e que os prejuízos econômicos chegam a bilhões de reais, afetando diretamente a saúde pública, a produtividade e o patrimônio das empresas. Segundo o autor, grande parte desses acidentes poderia ser evitada.

A análise reforça que a falta de investimento em tecnologia ainda é um dos principais problemas. Ferramentas como videotelemetria e monitoramento em tempo real já permitem identificar comportamentos de risco dos motoristas, como uso do celular, fadiga e imprudências ao volante.

Por fim, o artigo defende uma mudança de postura das empresas, com adoção de uma gestão baseada em dados e sustentada por três pilares essenciais: educação, legislação e tecnologia, como caminho para reduzir acidentes e aumentar a segurança nas frotas.

Clique no link abaixo para ler o material na íntegra:

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Da vigilância ao dado: por que a segurança privada precisa assumir um papel estratégico em 2026

31 de março de 2026

O artigo “Da vigilância ao dado: por que a segurança privada precisa assumir um papel estratégico em 2026” apresenta uma reflexão sobre a evolução do setor de segurança privada, destacando a transição de um modelo reativo para uma abordagem estratégica baseada em dados.

Historicamente, a segurança privada foi vista como um serviço operacional, focado na vigilância e na resposta a incidentes. No entanto, esse modelo torna-se insuficiente diante de um cenário em que a criminalidade está cada vez mais organizada, tecnológica e antecipatória.

Nesse contexto, o texto defende uma mudança de paradigma: a segurança deve deixar de “apagar incêndios” e passar a atuar na prevenção, utilizando tecnologias como sensores inteligentes, telemetria e análise preditiva. O uso de dados em tempo real permite identificar padrões suspeitos e antecipar riscos, transformando a segurança numa atividade proativa e estratégica.

Outro ponto central é a valorização da segurança como investimento, e não como custo. Quando orientada por dados, ela contribui para a eficiência operacional, redução de prejuízos e aumento da produtividade, assumindo um papel relevante no desempenho económico das organizações.

O artigo reforça, assim, que a segurança privada precisa ocupar uma posição mais integrada e inteligente dentro das empresas, tornando-se um elemento-chave na tomada de decisões e na mitigação de riscos.

Este conteúdo foi divulgado na imprensa e é de autoria de Gaudêncio Lucena, presidente da Corpvs Segurança, reforçando a sua relevância para o debate atual sobre o futuro da segurança privada.

Clique no link abaixo para ler o material na íntegra:

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