Corpvs Segurança ganha o Prêmios Frotas 2025
Premiação da AIAFA Brasil celebra as iniciativas mais relevantes do ano, que impulsionam tecnologia, segurança e eficiência no setor. Na categoria Segurança Corporativa em Mobilidade, o prêmio ficou a Corpvs, pela iniciativa de implementar câmeras com Inteligência Artificial destinadas à prevenção de acidentes envolvendo máquinas. Paulo Buriti, gerente corporativo da empresa, recebeu o troféu.
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Liandro Brito
Jornalista produtor e escritor do Jornal Corpvs News.
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Mortes no trânsito: por que especialistas defendem tratar os sinistros como eventos evitáveis
O Brasil ainda enfrenta um dos cenários mais preocupantes quando o assunto é segurança viária. Mesmo com campanhas de conscientização, endurecimento da fiscalização e avanços tecnológicos, o país registra milhares de mortes no trânsito todos os anos. Para especialistas, grande parte desses casos poderia ser evitada se houvesse uma abordagem mais preventiva e menos baseada na ideia de que essas ocorrências são inevitáveis.
Nesse contexto, ganha força a defesa pelo uso do termo "sinistro de trânsito" em substituição a "acidente". A mudança busca romper com a percepção de fatalidade e reforçar que fatores como imprudência, excesso de velocidade, uso do celular ao volante, fadiga, consumo de álcool e falhas na gestão do transporte são elementos identificáveis e passíveis de prevenção.
Além da mudança de linguagem, especialistas destacam que a gestão de riscos deve ocupar papel central nas estratégias de segurança viária. O uso de tecnologias como telemetria, monitoramento em tempo real e análise do comportamento dos condutores permite identificar padrões de risco, corrigir falhas operacionais e implementar ações preventivas capazes de reduzir significativamente a ocorrência de sinistros.
Mais do que ampliar a fiscalização, o desafio é promover uma mudança cultural que coloque a prevenção no centro das decisões de empresas, gestores públicos e motoristas. Tratar as mortes no trânsito como um problema de gestão, e não como uma fatalidade, é um passo essencial para preservar vidas e construir um sistema viário mais seguro.
Segurança no trânsito: como prevenção, tecnologia e gestão de riscos podem reduzir mortes nas rodovias brasileiras
O trânsito brasileiro segue entre as principais causas de mortes evitáveis no país. Apesar dos avanços em fiscalização e tecnologia, milhares de pessoas ainda perdem a vida todos os anos em ocorrências que, em grande parte, poderiam ser prevenidas. O debate sobre segurança viária ganha força à medida que especialistas defendem uma mudança de postura: enxergar esses episódios não como fatalidades inevitáveis, mas como eventos passíveis de gestão e prevenção.
Nesse contexto, a substituição do termo “acidente” por “sinistro de trânsito” representa mais do que uma mudança de nomenclatura. A nova abordagem reforça a necessidade de identificar fatores de risco, como excesso de velocidade, fadiga, distrações ao volante e falhas na gestão das operações de transporte, permitindo a adoção de medidas efetivas antes que ocorram tragédias.
Paralelamente, cresce a adoção de ferramentas de monitoramento, telemetria e análise de comportamento dos condutores, capazes de auxiliar empresas e gestores públicos na construção de ambientes viários mais seguros. A combinação entre tecnologia, educação e fiscalização tem se mostrado essencial para reduzir a ocorrência de sinistros e salvar vidas.
Mais do que reagir às consequências, o desafio está em consolidar uma cultura permanente de prevenção. Investir em gestão de riscos e em práticas de segurança viária é um passo fundamental para transformar o trânsito em um espaço mais seguro para todos.
Mortes no trânsito: por que prevenção e gestão de riscos precisam substituir a cultura do "acidente"
O Brasil registra milhares de mortes no trânsito todos os anos, um cenário que especialistas classificam como um problema de saúde pública e segurança viária. Mais do que uma questão de infraestrutura, os números evidenciam a necessidade de fortalecer a prevenção, a fiscalização e a gestão de riscos para reduzir a violência nas ruas e rodovias. Em 2023, o país contabilizou 34.881 mortes em sinistros de trânsito, mantendo uma tendência de alta observada desde 2020.
Diante desse cenário, cresce o entendimento de que essas ocorrências não devem ser tratadas como simples "acidentes", mas como eventos que, em grande parte, podem ser evitados. A mudança de terminologia para "sinistro de trânsito", adotada pela ABNT e incorporada às políticas nacionais de segurança viária, reforça a importância de identificar fatores de risco e atuar preventivamente antes que tragédias aconteçam.
Outro movimento importante é o avanço de tecnologias voltadas à segurança viária. Soluções como telemetria, monitoramento inteligente, análise de comportamento do motorista e sistemas de apoio à condução vêm sendo adotadas por empresas para reduzir riscos, aumentar a segurança das operações e prevenir ocorrências nas estradas.
Mais do que reagir após um sinistro, o desafio do trânsito brasileiro passa pela construção de uma cultura de prevenção. Investimentos em educação, fiscalização e tecnologia tendem a desempenhar um papel cada vez mais relevante para reduzir mortes, proteger vidas e tornar a mobilidade mais segura.
