De vigilante a radialista: a história de dedicação de José Weligto “Edin” Vespa
José Weligto Vespa, mais conhecido como “Edin”, tem 60 anos e uma trajetória marcada por dedicação e amor à profissão de vigilante e à comunicação. Natural de Banabuiú, no interior do Ceará, ele sempre sonhou trabalhar no rádio. Ainda menino, preferia narrar os jogos de futebol no campo da cidade a jogar com os amigos.
“Meus amigos riam, diziam que eu era doido porque falava sozinho fingindo que estava numa rádio”, lembra sorrindo. Hoje, isso que um dia foi sonho é uma realidade. Edin é radialista e também vigilante de um banco em Horizonte, município do Ceará, onde mora.
Seu dia começa cedo: trabalha como vigilante durante o dia e, à noite e aos fins de semana, comanda programas de rádio – uma rotina que exige disciplina e que ele abraça com paixão. Sua trajetória profissional começou como vigilante na empresa Corpvs, onde atuou por 12 anos nos municípios de Pacajus e Horizonte.
Com apoio da empresa, Edin fez o curso de formação de vigilante e, posteriormente, um curso de radialista, em Fortaleza. Ele já atuava em rádios comunitárias quando, em 2014, surgiu a chance de se profissionalizar. Desde então, passou por emissoras profissionais e fundou duas webs-rádio – uma em Horizonte e outra em sua cidade natal, onde apresentou programas musicais voltados para o estilo brega.
Edin também realiza coberturas esportivas e atua como repórter. Para ele, o radialismo exige mais que técnica: “Você tem que ter dom, saber se comunicar. Não é só achar bonito. Eu entro no estúdio e esqueço tudo. Não levo os problemas da rua para o ar, nem os da rádio para casa”, diz.
Além do rádio, encara com seriedade a missão de proteger pessoas. “Trabalhar como vigilante exige responsabilidade. No banco, primeiro vem a minha segurança para garantir a segurança do próximo. Não posso e nem devo me distrair com celular, por exemplo”.
Edin segue inspirado pelo exemplo do pai, que também foi vigilante. Entre a comunicação e a vigilância, encontrou equilíbrio, propósito e realização. “Sou grato à empresa Corpvs por acreditar em mim e por ter aberto portas para que eu pudesse viver o que sempre sonhei”, finaliza.


Liandro Brito
Jornalista produtor e escritor do Jornal Corpvs News.
Outros artigos
Dia da Mulher: esperar mais 160 anos por igualdade na liderança não é uma opção
O artigo publicado no portal ABC da Comunicação aborda a lenta evolução da presença feminina em cargos de liderança e alerta para a urgência de mudanças no cenário corporativo. Segundo dados de pesquisas recentes, no ritmo atual, a igualdade de gênero nesses cargos só será alcançada em mais de 160 anos, evidenciando um avanço ainda insuficiente.
O texto destaca que a participação das mulheres em posições de alta liderança no Brasil segue abaixo da média global e, em alguns casos, apresenta retrocessos, como na queda da presença feminina em vice-presidências. Além disso, aponta que a baixa representatividade também se reflete nos conselhos de administração, onde muitas empresas ainda não possuem mulheres em suas estruturas decisórias.
A publicação, divulgada na imprensa, contou com entrevista de Ingrid Lucena, coordenadora de marketing da Corpvs Segurança, que reforça a importância da diversidade de gênero como fator estratégico para inovação, melhores decisões e resultados corporativos. Segundo ela, ampliar a presença feminina, especialmente em setores tradicionalmente masculinos, é essencial para transformar culturas organizacionais e impulsionar o desenvolvimento das empresas.
Por fim, o artigo enfatiza que a busca pela igualdade vai além de uma questão de representatividade: trata-se de competitividade, sustentabilidade e inteligência de negócio, exigindo ações concretas e urgentes por parte das organizações.
Abaixo, veja a lista de veículos onde a entrevista foi divulgada. Clique no nome do veículo para ler o material na íntegra:
Roubo de cargas avança em MG
O avanço do roubo de cargas no Brasil, especialmente em Minas Gerais, tem acendido um alerta para o setor de transporte e segurança. Reportagem divulgada na imprensa pelo portal O Tempo mostra que esse tipo de crime deixou de ser pontual e passou a apresentar alto nível de organização, com quadrilhas estruturadas, divisão de funções e uso de informações estratégicas para agir.
O problema se agrava com casos que envolvem até agentes públicos, evidenciando a complexidade das operações criminosas e os desafios no combate a essas ações. Dados recentes indicam crescimento expressivo das ocorrências no estado, além de impactos bilionários para empresas e seguradoras.
A matéria contou com entrevista de Paulo Buriti, gerente corporativo da Corpvs Segurança, que destacou a profissionalização das quadrilhas e o uso de inteligência para mapear rotas, cargas e vulnerabilidades. Segundo ele, a prevenção passa pelo uso integrado de tecnologia, monitoramento e planejamento estratégico, aliados à cooperação entre empresas e autoridades para antecipar riscos e reduzir prejuízos.
Clique no link abaixo e leia o material na íntegra:
O custo que empresas pagam por não usar tecnologia
O artigo “Acidentes nas frotas: o custo que empresas pagam por não usar tecnologia”, divulgado na imprensa e escrito por Gaudêncio Lucena, presidente da CORPVS, chama a atenção para os impactos humanos e financeiros causados pelos acidentes de trânsito no Brasil.
O texto destaca que milhares de vidas são perdidas todos os anos e que os prejuízos econômicos chegam a bilhões de reais, afetando diretamente a saúde pública, a produtividade e o patrimônio das empresas. Segundo o autor, grande parte desses acidentes poderia ser evitada.
A análise reforça que a falta de investimento em tecnologia ainda é um dos principais problemas. Ferramentas como videotelemetria e monitoramento em tempo real já permitem identificar comportamentos de risco dos motoristas, como uso do celular, fadiga e imprudências ao volante.
Por fim, o artigo defende uma mudança de postura das empresas, com adoção de uma gestão baseada em dados e sustentada por três pilares essenciais: educação, legislação e tecnologia, como caminho para reduzir acidentes e aumentar a segurança nas frotas.
Clique no link abaixo para ler o material na íntegra:
