Frete, diesel e segurança: como as novas regras podem mudar o transporte de cargas no Brasil
O transporte rodoviário é responsável por grande parte da movimentação de cargas no Brasil e, por isso, qualquer mudança na regulamentação do frete pode gerar impactos em toda a cadeia logística. Em um cenário de incertezas sobre o preço do petróleo, do diesel e sobre a oferta de cargas, transportadoras e embarcadores precisam lidar com custos maiores, novas exigências e a necessidade de adaptar suas operações.
Para Paulo Buriti, especialista em segurança operacional e tecnologia para o transporte, a nova regulamentação do frete tende a aumentar o nível de controle sobre as operações e exigir uma readequação do mercado. Ao mesmo tempo, períodos de menor demanda e redução na oferta de fretes podem pressionar o faturamento das empresas e comprometer investimentos importantes em segurança, rastreamento e tecnologias de prevenção.
Nesse contexto, a rastreabilidade de cargas ganha protagonismo. Segundo Buriti, o acompanhamento da carga desde a saída até a entrega permite centralizar informações, gerar dados sobre toda a operação e utilizar essas informações também para aprimorar a segurança no transporte. A tecnologia pode ajudar empresas a identificar riscos, monitorar deslocamentos e tomar decisões mais rápidas diante de desvios ou situações fora do padrão.
Outro ponto de atenção é o impacto do preço do diesel sobre o custo do frete no Brasil. Como o combustível representa uma parcela significativa das despesas de uma operação de transporte rodoviário, oscilações no petróleo, no câmbio e nos custos operacionais aumentam a pressão sobre transportadoras e caminhoneiros. Para o especialista, mecanismos que permitam acompanhar essas variações são importantes para evitar que o valor recebido pelo transportador fique defasado em relação aos custos da operação.
A redução da oferta de fretes também pode provocar um efeito cascata sobre a segurança no transporte de cargas. Com menor movimentação e faturamento, empresas podem ter menos recursos disponíveis para investir em tecnologias de monitoramento, prevenção de roubos e desvios, gestão de riscos e segurança operacional. Isso cria um cenário em que a pressão financeira pode acabar afetando justamente ferramentas utilizadas para proteger cargas, motoristas e operações.
Ao mesmo tempo, o aumento dos custos tende a chegar ao consumidor final. Como o transporte rodoviário possui papel central na logística brasileira, uma elevação do frete pode ser incorporada ao preço de produtos e serviços ao longo da cadeia. A adaptação às novas regras, portanto, não envolve apenas transportadoras: embarcadores, operadores logísticos, empresas e consumidores também podem sentir os efeitos da mudança.
Para Buriti, a tendência é de que o setor precise se adaptar ao novo modelo regulatório, com maior controle sobre o frete e sobre a operação de transporte. Nesse processo, tecnologia, rastreabilidade e gestão de riscos devem ganhar ainda mais importância para que as empresas consigam equilibrar custos, eficiência logística e segurança.
Mais do que uma mudança na forma de calcular e fiscalizar o frete, o novo cenário reforça a necessidade de transformar dados operacionais em inteligência para o transporte. Monitorar cargas, acompanhar custos, identificar riscos e antecipar problemas pode ser decisivo para que transportadoras mantenham a competitividade sem abrir mão da segurança em um mercado cada vez mais pressionado por custos e regulamentações.
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Videotelemetria no agronegócio: mais segurança e inteligência para veículos e máquinas agrícolas
No agronegócio, grande parte da operação acontece longe dos olhos do gestor.
Caminhões percorrem rodovias e estradas rurais. Veículos se deslocam entre fazendas, unidades e centros logísticos. Tratores, colheitadeiras e máquinas pesadas operam durante horas em áreas extensas e, muitas vezes, remotas.
Diante desse cenário, saber apenas onde um veículo ou equipamento está pode não ser suficiente.
É preciso entender como está sendo operado e o que acontece durante a jornada.
É justamente aí que a videotelemetria para o agronegócio ganha relevância: ao combinar vídeo, dados e informações operacionais, a tecnologia amplia a visibilidade sobre veículos, motoristas, máquinas e operadores.
A videotelemetria combina recursos de vídeo com dados de telemetria para oferecer mais contexto sobre determinados eventos da operação.
De forma simples:
Rastreamento: onde está?
Telemetria: como está sendo utilizado ou conduzido?
Videotelemetria: o que estava acontecendo naquele momento?
Essa combinação permite que gestores tenham mais informações para analisar eventos e comportamentos, mesmo quando a operação está acontecendo a quilômetros de distância.
As operações do agronegócio são naturalmente descentralizadas.
Enquanto a gestão está em uma unidade administrativa, veículos e equipamentos podem estar distribuídos por diferentes fazendas, rodovias, áreas de cultivo e unidades produtivas.
Essa distância cria um desafio: como enxergar o que acontece na operação sem estar fisicamente presente?
A videotelemetria ajuda a diminuir essa distância.
Imagine que seja registrada uma frenagem brusca em um caminhão.
O dado informa que o evento aconteceu. Mas o vídeo pode ajudar a compreender o contexto: uma distração, um obstáculo na estrada, um animal na pista ou uma manobra inesperada de outro veículo.
O dado mostra o evento. O vídeo ajuda a entender o contexto.
Aqui está um dos grandes potenciais da tecnologia para o agronegócio.
A videotelemetria não precisa estar limitada aos veículos que circulam pelas rodovias. Conforme a aplicação, compatibilidade e configuração do projeto, a tecnologia também pode ser utilizada para ampliar a visibilidade sobre máquinas agrícolas e equipamentos pesados.
Isso pode incluir equipamentos como:
• tratores;
• colheitadeiras;
• pulverizadores;
• máquinas agrícolas autopropelidas;
• equipamentos pesados utilizados em operações rurais;
• outros ativos móveis compatíveis com a solução.
Em uma grande propriedade ou operação agroindustrial, esses equipamentos representam ativos estratégicos e podem trabalhar durante longos períodos longe da supervisão direta dos gestores.
A videotelemetria acrescenta uma nova camada à gestão: não apenas saber onde a máquina está, mas obter mais contexto sobre como a operação está acontecendo.
Máquinas agrícolas operam em ambientes diferentes daqueles encontrados em uma frota rodoviária.
Existem condições de terreno, jornadas operacionais, áreas de difícil acesso, interação com outros equipamentos e diferentes situações que podem exigir atenção.
Para o gestor, a possibilidade de contar com informações e imagens relacionadas à operação pode auxiliar na análise de determinados acontecimentos.
Imagine uma colheitadeira operando a quilômetros da sede da fazenda.
O gestor não consegue acompanhar presencialmente toda a jornada daquele equipamento.
Com tecnologias de monitoramento e videotelemetria, essa distância pode ser reduzida por meio de informações.
Em grandes operações, isso ganha ainda mais importância.
Quanto maior a quantidade de máquinas e maior a área de operação, maior tende a ser o desafio de visibilidade da gestão.
Em máquinas e equipamentos pesados, o vídeo pode ajudar a fornecer contexto para determinados eventos operacionais.
Dependendo das características da solução e do projeto, as informações podem auxiliar gestores a analisar situações relacionadas à operação, comportamento do operador e acontecimentos registrados durante a utilização do equipamento.
Isso permite uma gestão mais orientada por dados.
Em vez de depender exclusivamente de relatos posteriores, o gestor pode contar com informações adicionais para entender determinadas ocorrências.
Ver o que aconteceu muda a qualidade da análise.
Dependendo dos recursos disponíveis e das configurações da solução, a videotelemetria pode apoiar a análise de situações relacionadas a:
• distração;
• uso de celular;
• sinais associados à fadiga;
• frenagens e acelerações bruscas;
• comportamentos recorrentes de condução;
• eventos durante deslocamentos;
• situações envolvendo máquinas e equipamentos;
• ocorrências que precisam de contexto visual.
O objetivo não é simplesmente gerar mais dados ou horas de gravação.
Videotelemetria e segurança dos operadores
A videotelemetria também pode fazer parte de uma estratégia de segurança operacional.
Ao identificar padrões e situações que mereçam atenção, gestores podem utilizar informações para orientar treinamentos, revisar procedimentos e acompanhar comportamentos recorrentes.
A lógica é simples:
identificar → analisar → orientar → acompanhar.
Isso é particularmente importante em operações que envolvem veículos e máquinas de grande porte.
A tecnologia, entretanto, deve ser utilizada como parte de uma política estruturada de segurança, gestão de pessoas e melhoria contínua.
Longos deslocamentos e jornadas operacionais tornam a fadiga um tema relevante para determinadas atividades do agronegócio.
Conforme as funcionalidades da solução, tecnologias embarcadas podem contribuir para a identificação de sinais e comportamentos que mereçam atenção.
Para a empresa, isso significa contar com mais informações para apoiar políticas de segurança e gestão dos condutores e operadores.
O objetivo não é apenas enxergar um problema depois que ele acontece.
É criar condições para uma gestão cada vez mais preventiva.
Sim. O contexto visual também pode ajudar a esclarecer situações.
Uma frenagem brusca, por exemplo, pode inicialmente parecer uma condução inadequada. Ao analisar o contexto, porém, pode ser possível verificar que um animal entrou na pista ou outro veículo realizou uma manobra inesperada.
O mesmo princípio pode ser aplicado à análise de determinadas situações envolvendo equipamentos compatíveis com a tecnologia.
Por isso, a videotelemetria não deve ser encarada apenas como ferramenta de fiscalização.
Ela também pode fornecer contexto para uma análise mais completa dos acontecimentos.
Quanto maior a operação, maior é o desafio de acompanhar tudo o que acontece.
Imagine centenas de caminhões, veículos, tratores e equipamentos distribuídos entre propriedades, unidades produtivas e estradas.
A gestão manual dessas informações se torna cada vez mais complexa.
É nesse cenário que a tecnologia ganha escala.
O gestor não precisa necessariamente observar tudo.
Ele precisa conseguir identificar quais eventos merecem sua atenção.
Esse é um dos principais conceitos da gestão orientada por dados: mais informação não significa automaticamente mais controle. Informação relevante é o que gera inteligência.
Para a alta gestão, o valor da videotelemetria não está simplesmente nas câmeras.
Está na capacidade de transformar acontecimentos da operação em informações para tomada de decisão.
CEOs, diretores, gestores de frota, operações, logística e segurança precisam compreender onde estão os principais riscos, quais comportamentos se repetem e onde existem oportunidades de melhoria.
A tecnologia aproxima dois mundos que muitas vezes estão fisicamente distantes:
o que acontece no campo e quem toma as decisões na empresa.
A tecnologia pode ser relevante para diferentes organizações, como:
• grandes produtores rurais;
• grupos agrícolas;
• agroindústrias;
• cooperativas;
• usinas;
• empresas de insumos;
• empresas de logística do agronegócio;
• transportadoras;
• operações com máquinas agrícolas;
• empresas com frotas de veículos e equipamentos pesados.
Cada operação possui características próprias. Por isso, é importante avaliar tecnicamente os veículos, máquinas, equipamentos e objetivos antes da implantação.
Projetos que envolvem câmeras e dados relacionados a pessoas devem considerar a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e demais normas aplicáveis.
Finalidade, acesso às informações, armazenamento, segurança, retenção e políticas internas precisam fazer parte do projeto.
A tecnologia deve ser implantada dentro de uma estratégia estruturada de segurança da informação, privacidade e governança.
Antes da contratação, não avalie apenas câmeras ou equipamentos.
Considere a solução como parte da estratégia de gestão da operação.
Avalie recursos tecnológicos, plataforma, eventos disponíveis, compatibilidade com veículos e máquinas, escalabilidade, suporte, segurança da informação e capacidade de atender às características específicas da empresa.
E, principalmente, comece pela pergunta:
“Que parte da minha operação eu preciso enxergar melhor?”
A resposta ajuda a definir como a tecnologia pode gerar mais valor.
Para empresas que possuem operações distribuídas, grandes frotas, máquinas agrícolas e equipamentos pesados, a videotelemetria pode representar uma evolução importante na forma de acompanhar e compreender a operação.
Não se trata apenas de instalar câmeras.
Trata-se de transformar vídeo e dados em informação para gestão.
Para um CEO ou gestor, a pergunta não deveria ser apenas: “Onde estão meus veículos e máquinas?”
A pergunta mais estratégica é: “Eu sei o que está acontecendo com a minha operação quando ninguém da gestão está por perto?”
No agronegócio, veículos e máquinas podem estar a quilômetros de distância.
Sua gestão não precisa estar.
A Videotelemetria Corpvs utiliza tecnologia para ampliar a visibilidade sobre operações e fornecer mais contexto para a análise de eventos relacionados a veículos, motoristas, máquinas e operadores, conforme as características de cada projeto.
Do caminhão que percorre a rodovia à máquina que trabalha no campo, tecnologia e informação podem aproximar a gestão da operação.
Mais visibilidade. Mais informação. Mais inteligência para decidir.
Leve a gestão da sua operação além da localização.
Converse com a Corpvs e descubra como a videotelemetria pode ser aplicada aos veículos, máquinas agrícolas e equipamentos pesados da sua empresa.
WhatsApp: 0800 943 2070
Central de atendimento: 4020 2700
Gangues do 'quebra-vidro' avançam em São Paulo e reforçam importância da tecnologia
A atuação das chamadas gangues do quebra-vidro se espalhou por todas as regiões de São Paulo. Segundo reportagem recente, já há registros nas zonas leste, sul, norte e oeste, com criminosos aproveitando veículos parados no trânsito para quebrar vidros e roubar celulares. Entre janeiro e julho deste ano, a cidade registrou 31.004 roubos de celulares, uma queda de 15% em relação ao mesmo período de 2025, mas ainda em um patamar elevado.
O avanço desse tipo de crime reforça a importância de tecnologias voltadas à segurança veicular. Câmeras embarcadas, telemetria e rastreamento podem ampliar a capacidade de monitoramento e registrar o que acontece dentro e ao redor do veículo, contribuindo tanto para a prevenção quanto para a produção de provas.
A própria reportagem mostra como as imagens podem ser importantes após uma ocorrência. Uma câmera instalada no carro de uma das vítimas registrou o momento em que dois criminosos se aproximaram, quebraram o vidro e levaram o celular. O vídeo também foi utilizado pela vítima para comprovar o crime e conseguir o estorno de uma transferência realizada pelos assaltantes.
Para Paulo Buriti, gerente corporativo da Corpvs, a tecnologia amplia a visibilidade do motorista e cria uma camada adicional de proteção diante de ocorrências cada vez mais rápidas e imprevisíveis.
Com as quadrilhas mudando de estratégia e ampliando sua presença pela capital, combinar atenção no trânsito com ferramentas de monitoramento pode ser fundamental para reduzir riscos e aumentar a capacidade de resposta diante de situações de emergência.
Corpvs no Vozes do Transporte: como a tecnologia está transformando a segurança nas estradas?
Como a tecnologia pode tornar o transporte mais seguro e, ao mesmo tempo, valorizar o motorista profissional? Esse foi um dos principais temas discutidos por Paulo Buriti, gerente comercial corporativo da Corpvs, durante sua participação no videocast Vozes do Transporte. Ao longo da conversa, o especialista falou sobre a evolução da telemetria, o uso de dados na gestão de frotas, segurança viária e as novas tecnologias que ajudam empresas a compreender melhor o comportamento dos motoristas.
Durante o episódio, Buriti explicou como a telemetria deixou de ser apenas uma ferramenta de rastreamento e passou a oferecer informações mais completas sobre a operação. Dados relacionados a velocidade, frenagens bruscas, curvas, consumo, cumprimento de horários e pontos de parada permitem criar um perfil de condução e identificar oportunidades de melhoria tanto para a empresa quanto para o motorista.
Um dos pontos centrais da participação de Paulo Buriti foi justamente a relação entre tecnologia e valorização do motorista profissional.
Segundo o especialista, antes da popularização da telemetria, empresas tinham dificuldade para identificar quais profissionais apresentavam um bom desempenho de maneira completa. O consumo de combustível, por exemplo, poderia ser utilizado como principal indicador, mas não necessariamente significava que aquele motorista era o melhor da operação.
Com a análise de dados, torna-se possível considerar diferentes fatores simultaneamente, como controle de velocidade, cumprimento de horários, respeito aos pontos de parada, frenagens e curvas bruscas. A partir dessas informações, empresas podem criar métricas e rankings capazes de reconhecer os profissionais que apresentam uma condução mais segura e eficiente.
Buriti também chamou atenção para a necessidade de considerar o contexto de cada motorista. Um profissional que percorre 50 quilômetros dentro de uma cidade não pode ser avaliado exatamente da mesma maneira que outro que percorre 500 quilômetros até o interior, já que o tempo de exposição à estrada e a quantidade de situações de risco são diferentes.
Outro tema abordado no Vozes do Transporte foi o desafio enfrentado por empresas que possuem equipes enxutas para administrar diferentes informações da operação.
Paulo Buriti explicou que a evolução da telemetria também ocorreu pela necessidade de entregar aos gestores informações já tratadas. Em vez de exigir que um profissional analise inúmeros relatórios de consumo, quilometragem e comportamento, os sistemas podem apresentar indicadores que facilitam a identificação de mudanças no perfil de condução.
Essa transformação é especialmente relevante para pequenas e médias empresas, nas quais as áreas de transporte, logística e gestão muitas vezes não são tão segmentadas quanto em grandes corporações.
Para Buriti, o objetivo é fazer com que os dados deixem de ser apenas números e passem a gerar informações práticas para a tomada de decisão.
A conversa também abordou os limites e desafios da aplicação de tecnologias desenvolvidas para diferentes realidades. Buriti destacou que soluções utilizadas por montadoras em mercados como Estados Unidos e Europa nem sempre apresentam o mesmo comportamento quando aplicadas diretamente à realidade brasileira.
A diferença na infraestrutura rodoviária, nas condições das estradas e no trânsito pode interferir na interpretação de sistemas de assistência à condução. Por isso, segundo o especialista, é importante que as tecnologias considerem as características específicas das operações brasileiras.
Outro aspecto destacado por Paulo Buriti foi a necessidade de mostrar ao motorista que a tecnologia não serve apenas para monitorar seu trabalho.
Segundo o especialista, os dados também podem contribuir para identificar comportamentos que aumentam o desgaste dos veículos e dos pneus. Uma condução com muitas frenagens bruscas, por exemplo, pode acelerar o desgaste dos componentes. Ao identificar esse padrão, a empresa consegue orientar o profissional e reduzir custos, enquanto o motorista passa a ter mais informações para aprimorar sua condução.
Essa visão amplia o papel da telemetria no transporte rodoviário: a tecnologia passa a ser utilizada não apenas para fiscalização, mas também para prevenção, treinamento, eficiência operacional e reconhecimento profissional.
A participação de Paulo Buriti no videocast Vozes do Transporte mostra como a transformação digital está mudando a relação entre tecnologia, empresas e motoristas profissionais.
Ao longo do episódio, o especialista discutiu como telemetria, análise de dados e sistemas de monitoramento podem contribuir para uma operação mais segura e eficiente, além de ajudar empresas a enxergar melhor o desempenho de seus motoristas.
Mais do que monitorar caminhões, a tecnologia passa a permitir uma compreensão mais ampla da operação: como o veículo está sendo conduzido, quais comportamentos podem gerar riscos, onde existem oportunidades de economia e quais profissionais merecem ser reconhecidos.
A conversa reforça, assim, uma tendência importante para o futuro do transporte rodoviário: utilizar dados não apenas para controlar a operação, mas para prevenir riscos, melhorar a gestão de frotas e valorizar quem está diariamente nas estradas.
