Michel Lino une música e carreira no RH
Talento Corpvs
A música sempre fez parte da vida de Michel Lino, colaborador da Corpvs Segurança há 12 anos e integrante da equipe de Recursos Humanos. Com 35 anos, hoje, ele consegue conciliar a rotina corporativa com a atuação como músico, em uma banda que se apresenta em casamentos e eventos.
O contato com a música começou ainda na infância, dentro de casa, inspirado pelos irmãos, que tocavam na igreja. Aos nove anos, Michel aprendeu os primeiros acordes no violão e, com o tempo, ampliou seus conhecimentos e dominou outros instrumentos, como o cavaquinho, o contrabaixo e a guitarra.
Atualmente, ele é guitarrista em um projeto musical criado junto com a esposa, que é cantora. Além das apresentações, Michel também cuida da organização do projeto, incluindo a formação da equipe, a definição de repertório, a produção musical e a gestão dos eventos. O grupo toca vários estilos musicais, atendendo a diferentes perfis de público.
Entre as experiências marcantes da carreira musical, Michel destaca apresentações em Cabo Verde, que ampliaram sua visão artística e profissional. Para ele, o equilíbrio entre as duas atividades é possível graças ao planejamento, já que os eventos acontecem, em sua maioria, à noite e aos finais de semana. Michel acredita que a vivência como empreendedor na música contribui diretamente para seu desempenho profissional.
“A visão estratégica, o cuidado com processos, prazos, custos e resultados são aprendizados que levo também para o dia a dia na Corpvs Segurança”, afirma. “Vestir a camisa da empresa é entender que bons resultados são construídos com seriedade, respeito às pessoas e foco na excelência”, completa Michel.
Para os colegas que também têm talentos artísticos ou projetos pessoais, ele deixa um conselho: “essas experiências não devem ser vistas como algo distante do ambiente corporativo, mas como oportunidades de aprendizado. Quando colocamos o coração em tudo o que fazemos, os resultados aparecem de forma mais consistente”, conclui.


Liandro Brito
Jornalista produtor e escritor do Jornal Corpvs News.
Outros artigos
Dia da Mulher: esperar mais 160 anos por igualdade na liderança não é uma opção
O artigo publicado no portal ABC da Comunicação aborda a lenta evolução da presença feminina em cargos de liderança e alerta para a urgência de mudanças no cenário corporativo. Segundo dados de pesquisas recentes, no ritmo atual, a igualdade de gênero nesses cargos só será alcançada em mais de 160 anos, evidenciando um avanço ainda insuficiente.
O texto destaca que a participação das mulheres em posições de alta liderança no Brasil segue abaixo da média global e, em alguns casos, apresenta retrocessos, como na queda da presença feminina em vice-presidências. Além disso, aponta que a baixa representatividade também se reflete nos conselhos de administração, onde muitas empresas ainda não possuem mulheres em suas estruturas decisórias.
A publicação, divulgada na imprensa, contou com entrevista de Ingrid Lucena, coordenadora de marketing da Corpvs Segurança, que reforça a importância da diversidade de gênero como fator estratégico para inovação, melhores decisões e resultados corporativos. Segundo ela, ampliar a presença feminina, especialmente em setores tradicionalmente masculinos, é essencial para transformar culturas organizacionais e impulsionar o desenvolvimento das empresas.
Por fim, o artigo enfatiza que a busca pela igualdade vai além de uma questão de representatividade: trata-se de competitividade, sustentabilidade e inteligência de negócio, exigindo ações concretas e urgentes por parte das organizações.
Abaixo, veja a lista de veículos onde a entrevista foi divulgada. Clique no nome do veículo para ler o material na íntegra:
Roubo de cargas avança em MG
O avanço do roubo de cargas no Brasil, especialmente em Minas Gerais, tem acendido um alerta para o setor de transporte e segurança. Reportagem divulgada na imprensa pelo portal O Tempo mostra que esse tipo de crime deixou de ser pontual e passou a apresentar alto nível de organização, com quadrilhas estruturadas, divisão de funções e uso de informações estratégicas para agir.
O problema se agrava com casos que envolvem até agentes públicos, evidenciando a complexidade das operações criminosas e os desafios no combate a essas ações. Dados recentes indicam crescimento expressivo das ocorrências no estado, além de impactos bilionários para empresas e seguradoras.
A matéria contou com entrevista de Paulo Buriti, gerente corporativo da Corpvs Segurança, que destacou a profissionalização das quadrilhas e o uso de inteligência para mapear rotas, cargas e vulnerabilidades. Segundo ele, a prevenção passa pelo uso integrado de tecnologia, monitoramento e planejamento estratégico, aliados à cooperação entre empresas e autoridades para antecipar riscos e reduzir prejuízos.
Clique no link abaixo e leia o material na íntegra:
O custo que empresas pagam por não usar tecnologia
O artigo “Acidentes nas frotas: o custo que empresas pagam por não usar tecnologia”, divulgado na imprensa e escrito por Gaudêncio Lucena, presidente da CORPVS, chama a atenção para os impactos humanos e financeiros causados pelos acidentes de trânsito no Brasil.
O texto destaca que milhares de vidas são perdidas todos os anos e que os prejuízos econômicos chegam a bilhões de reais, afetando diretamente a saúde pública, a produtividade e o patrimônio das empresas. Segundo o autor, grande parte desses acidentes poderia ser evitada.
A análise reforça que a falta de investimento em tecnologia ainda é um dos principais problemas. Ferramentas como videotelemetria e monitoramento em tempo real já permitem identificar comportamentos de risco dos motoristas, como uso do celular, fadiga e imprudências ao volante.
Por fim, o artigo defende uma mudança de postura das empresas, com adoção de uma gestão baseada em dados e sustentada por três pilares essenciais: educação, legislação e tecnologia, como caminho para reduzir acidentes e aumentar a segurança nas frotas.
Clique no link abaixo para ler o material na íntegra:
