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Presença feminina em cargos de liderança segue estagnada no Brasil

23 de setembro de 2025Liandro BritoEntrevistas

Ingrid Lucena, diretora de marketing na Corpvs Segurança, foi entrevistada especial do Portal VocêRh, da Editora Abril, para falar sobre o poder da mulher em cargos de liderança.

Clique no link abaixo e confira a matéria na íntegra:

Foto de Liandro Brito

Liandro Brito

Jornalista produtor e escritor do Jornal Corpvs News.

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Segurança no trânsito: como prevenção, tecnologia e gestão de riscos podem reduzir mortes nas rodovias brasileiras

O trânsito brasileiro segue entre as principais causas de mortes evitáveis no país. Apesar dos avanços em fiscalização e tecnologia, milhares de pessoas ainda perdem a vida todos os anos em ocorrências que, em grande parte, poderiam ser prevenidas. O debate sobre segurança viária ganha força à medida que especialistas defendem uma mudança de postura: enxergar esses episódios não como fatalidades inevitáveis, mas como eventos passíveis de gestão e prevenção.

Nesse contexto, a substituição do termo “acidente” por “sinistro de trânsito” representa mais do que uma mudança de nomenclatura. A nova abordagem reforça a necessidade de identificar fatores de risco, como excesso de velocidade, fadiga, distrações ao volante e falhas na gestão das operações de transporte, permitindo a adoção de medidas efetivas antes que ocorram tragédias.

Paralelamente, cresce a adoção de ferramentas de monitoramento, telemetria e análise de comportamento dos condutores, capazes de auxiliar empresas e gestores públicos na construção de ambientes viários mais seguros. A combinação entre tecnologia, educação e fiscalização tem se mostrado essencial para reduzir a ocorrência de sinistros e salvar vidas.

Mais do que reagir às consequências, o desafio está em consolidar uma cultura permanente de prevenção. Investir em gestão de riscos e em práticas de segurança viária é um passo fundamental para transformar o trânsito em um espaço mais seguro para todos.

Mortes no trânsito: por que prevenção e gestão de riscos precisam substituir a cultura do "acidente"

O Brasil registra milhares de mortes no trânsito todos os anos, um cenário que especialistas classificam como um problema de saúde pública e segurança viária. Mais do que uma questão de infraestrutura, os números evidenciam a necessidade de fortalecer a prevenção, a fiscalização e a gestão de riscos para reduzir a violência nas ruas e rodovias. Em 2023, o país contabilizou 34.881 mortes em sinistros de trânsito, mantendo uma tendência de alta observada desde 2020.

Diante desse cenário, cresce o entendimento de que essas ocorrências não devem ser tratadas como simples "acidentes", mas como eventos que, em grande parte, podem ser evitados. A mudança de terminologia para "sinistro de trânsito", adotada pela ABNT e incorporada às políticas nacionais de segurança viária, reforça a importância de identificar fatores de risco e atuar preventivamente antes que tragédias aconteçam.

Outro movimento importante é o avanço de tecnologias voltadas à segurança viária. Soluções como telemetria, monitoramento inteligente, análise de comportamento do motorista e sistemas de apoio à condução vêm sendo adotadas por empresas para reduzir riscos, aumentar a segurança das operações e prevenir ocorrências nas estradas.

Mais do que reagir após um sinistro, o desafio do trânsito brasileiro passa pela construção de uma cultura de prevenção. Investimentos em educação, fiscalização e tecnologia tendem a desempenhar um papel cada vez mais relevante para reduzir mortes, proteger vidas e tornar a mobilidade mais segura.

Pets conectados: como a tecnologia está aumentando a segurança e o bem-estar dos animais de estimação

A tecnologia tem transformado o mercado pet e criado novas formas de proteger os animais de estimação. Soluções como rastreadores por GPS, coleiras inteligentes e dispositivos de monitoramento em tempo real vêm ganhando espaço entre os tutores, que buscam mais segurança, praticidade e qualidade de vida para seus pets.

Além de ajudar na localização de animais em casos de fuga, essas tecnologias permitem acompanhar a rotina, monitorar indicadores de saúde e receber alertas em tempo real sobre alterações de comportamento ou deslocamentos fora de áreas previamente definidas. O avanço dessas ferramentas reforça uma mudança no cuidado com os pets, em que a prevenção passa a ser tão importante quanto a resposta a emergências.

Outro movimento importante é a popularização desses dispositivos. Antes restritas a um nicho de consumidores, as tecnologias para monitoramento e segurança de animais de estimação estão se tornando mais acessíveis, impulsionando um mercado que cresce à medida que os brasileiros tratam seus pets como membros da família.

Mais do que acompanhar a localização dos animais, a tecnologia inaugura uma nova fase no setor pet, marcada pelo uso de dados e conectividade para prevenir acidentes, reduzir riscos e promover mais bem-estar no dia a dia dos cães e gatos.

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