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Roubo de máquinas agrícolas cresce 37,5% e aceleram uso de tecnologia contra crimes no campo

24 de abril de 2026

O aumento da criminalidade no campo tem reforçado a importância do uso de tecnologias voltadas à proteção patrimonial e à gestão operacional no agronegócio. Dados recentes mostram que os roubos e furtos de máquinas agrícolas cresceram 37,5% no primeiro semestre de 2025, enquanto crimes envolvendo pick-ups utilizadas nas fazendas avançaram 22,8% no mesmo período.

Diante desse cenário, recursos como rastreamento, telemetria, câmeras embarcadas e monitoramento remoto tornam-se aliados estratégicos para produtores rurais e empresas do setor. Em propriedades com grandes extensões territoriais, onde a vigilância contínua é mais difícil, essas soluções ampliam o controle sobre ativos de alto valor e ajudam a reduzir vulnerabilidades.

O rastreamento em tempo real permite localizar máquinas e veículos rapidamente em caso de ocorrência, aumentando a capacidade de resposta e as chances de recuperação. Já sistemas integrados com sensores e alertas inteligentes conseguem identificar movimentações fora do padrão, acessos indevidos e situações suspeitas quase de forma imediata, permitindo ações preventivas antes que o prejuízo aconteça.

Outro ponto relevante é que essas tecnologias deixaram de ser exclusivas de grandes operações e se tornaram mais acessíveis a propriedades de diferentes portes. Hoje, pequenos e médios produtores também conseguem implementar ferramentas que aumentam a segurança, reduzem perdas e melhoram a eficiência no dia a dia.

Além da proteção patrimonial, o uso desses recursos traz ganhos de gestão. Com dados em tempo real, o produtor consegue acompanhar rotas, tempo de operação das máquinas, períodos de parada e desempenho da frota, otimizando processos e reduzindo desperdícios.

Mais do que reagir aos crimes no campo, o momento exige investir em prevenção inteligente. Contar com tecnologia já não é apenas diferencial competitivo, mas uma necessidade para proteger patrimônio, garantir produtividade e operar com mais previsibilidade.

Esse avanço também mostra como a tecnologia aplicada à segurança vai além da prevenção de perdas e passa a gerar impacto direto na eficiência operacional. Cases como o da Avine demonstram que soluções integradas de monitoramento, logística e inteligência de dados ajudam empresas do agro, observe os dados:

  • 96 veículos rodando 5,6 milhões de km com eficiência e segurança;
  • Economia de R$ 804.915 em combustível (148 mil litros de diesel poupados);
  • Preservação de 2.343 árvores com otimização logística;
  • 1,3 milhão de ovos preservados, garantindo proteína para 9 mil pessoas por mês;
  • 50 mil aves mantidas em produção, fortalecendo a cadeia local.

Em um setor cada vez mais pressionado por produtividade e competitividade, investir em segurança inteligente significa também impulsionar resultados e sustentabilidade.

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Tecnologia e segurança no Brasil: como sensores, telemetria e IA previnem acidentes e protegem o patrimônio

A segurança no trabalho com apoio da tecnologia tem acelerado uma transformação importante na forma como as empresas lidam com o risco no Brasil. O alerta se justifica pelos números: dados do Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho mostram que o país já acumulou mais de 8,8 milhões de acidentes entre 2012 e 2024, e o Ministério do Trabalho e Emprego registrou, apenas no primeiro semestre de 2025, cerca de 380 mil ocorrências e aproximadamente 1,7 mil mortes relacionadas a atividades profissionais. Os dados evidenciam fragilidades na gestão de diferentes setores e reforçam a necessidade de estratégias mais estruturadas, que combinem cultura organizacional, processos e tecnologia.

Ferramentas digitais vêm ganhando protagonismo como aliadas da prevenção. Telemetria veicular, sensores IoT, câmeras com inteligência artificial, monitoramento remoto e plataformas de análise de dados ajudam a identificar padrões de risco, corrigir comportamentos inseguros e antecipar situações críticas antes que se tornem acidentes graves. Com sensores conectados, é possível acompanhar em tempo real o funcionamento de máquinas e as condições operacionais e ambientais, disparando alertas automáticos sempre que algo foge do padrão e garantindo uma resposta imediata.

A grande mudança está no perfil da gestão. Se antes as melhorias só aconteciam depois de um acidente ou de uma fiscalização, hoje a tendência é investir em sistemas capazes de prever riscos a partir de evidências. Como explica Paulo Buriti, gerente corporativo da Corpvs Segurança, a consolidação de dados operacionais ao longo do tempo revela padrões que não seriam perceptíveis no dia a dia, mostrando quais atividades apresentam maior probabilidade de falhas e transformando informações em decisões preventivas. A telemetria ilustra bem esse ganho, ao monitorar o comportamento de veículos, equipamentos e operadores por fatores como velocidade, frenagem, tempo de uso e padrões de condução, o que permite corrigir práticas inseguras com base concreta.

As mesmas soluções conectam áreas que antes atuavam de forma isolada. Plataformas integradas permitem registrar ocorrências, acompanhar indicadores e documentar ações preventivas de forma estruturada, fortalecendo a governança, facilitando o cumprimento das normas e ampliando a rastreabilidade da gestão. Esse movimento já avança também no campo: o aumento dos crimes em propriedades rurais, com alta de 37,5% no roubo e furto de máquinas agrícolas e de 22,8% nos crimes envolvendo pick-ups no primeiro semestre de 2025, tem impulsionado a adoção de monitoramento, sensores e rastreamento que protegem o patrimônio e geram eficiência operacional. Um exemplo é a parceria entre a Corpvs e a Avine, que com telemetria e inteligência artificial alcançou redução de 31,6% nas perdas e economia de mais de R$ 800 mil em combustível.

O avanço dessas soluções indica que a proteção tende a se tornar cada vez mais orientada por dados, tanto nas empresas quanto no agronegócio. Em meio a operações complexas e pressão por produtividade, prever riscos deixa de ser apenas uma vantagem e passa a ser um diferencial competitivo. Como resume Buriti, ao usar tecnologia para enxergar ameaças com mais clareza, a empresa transforma a segurança em parte da estratégia do negócio, protegendo pessoas e tornando as operações mais eficientes.

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Criminalidade rural acelera investimentos em rastreamento e telemetria no agronegócio

O crescimento dos casos de roubo e furto de máquinas agrícolas tem acelerado uma transformação importante no agronegócio brasileiro. Reportagens recentes destacam que produtores rurais estão cada vez mais preocupados com a segurança de tratores, colheitadeiras e implementos agrícolas, equipamentos que representam investimentos milionários e são essenciais para a continuidade das operações no campo. Além dos prejuízos financeiros, a perda desses ativos pode comprometer o calendário produtivo e gerar impactos diretos na rentabilidade das propriedades.

Diante desse cenário, tecnologias de rastreamento, telemetria e monitoramento remoto vêm ganhando espaço como ferramentas estratégicas para a gestão e proteção dos equipamentos agrícolas. Com soluções capazes de acompanhar em tempo real a localização e o funcionamento das máquinas, produtores conseguem aumentar o controle sobre suas operações, reduzir vulnerabilidades e agir com mais rapidez diante de situações suspeitas.

Outro aspecto que chama atenção é a mudança no perfil da gestão rural. Se antes a segurança era tratada apenas de forma reativa, hoje a tendência é investir em sistemas que permitam antecipar riscos e gerar inteligência operacional. O acesso a dados em tempo real possibilita identificar deslocamentos não autorizados, monitorar padrões de uso dos equipamentos e criar protocolos mais eficientes para prevenir perdas e reduzir impactos operacionais.

As tecnologias utilizadas para proteção patrimonial também contribuem para ganhos de produtividade. Ao integrar informações sobre rotas, tempo de operação, consumo e desempenho das máquinas, os produtores conseguem otimizar recursos, reduzir custos e melhorar a eficiência das atividades agrícolas. Dessa forma, a digitalização do campo passa a ser vista não apenas como uma medida de segurança, mas também como um investimento em competitividade e sustentabilidade.

O avanço da criminalidade rural e a crescente valorização dos equipamentos agrícolas reforçam a necessidade de soluções cada vez mais inteligentes para o setor. Nesse contexto, a combinação entre monitoramento, telemetria e gestão baseada em dados surge como uma das principais tendências para garantir mais segurança, previsibilidade e eficiência às operações do agronegócio brasileiro.

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O trânsito brasileiro segue sem freio?

A violência no trânsito brasileiro voltou ao centro do debate nacional com a criação do Dia Nacional de Mobilização em Memória das Vítimas de Trânsito. A matéria destaca os desafios enfrentados pelo país para reduzir acidentes e mortes nas estradas, mesmo diante de campanhas educativas e ações de fiscalização. O tema reforça a importância de políticas públicas mais eficazes e da conscientização coletiva sobre segurança viária.

A Corpvs Segurança participou ativamente da discussão por meio do gerente corporativo Paulo Buriti, que contribuiu com análises e informações sobre os principais obstáculos para a fiscalização e prevenção de acidentes no Brasil. A participação da Corpvs evidencia o compromisso da empresa com temas ligados à segurança, mobilidade e preservação da vida.

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