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Frete, diesel e segurança: como as novas regras podem mudar o transporte de cargas no Brasil

17 de agosto de 2026

O transporte rodoviário é responsável por grande parte da movimentação de cargas no Brasil e, por isso, qualquer mudança na regulamentação do frete pode gerar impactos em toda a cadeia logística. Em um cenário de incertezas sobre o preço do petróleo, do diesel e sobre a oferta de cargas, transportadoras e embarcadores precisam lidar com custos maiores, novas exigências e a necessidade de adaptar suas operações.

Para Paulo Buriti, especialista em segurança operacional e tecnologia para o transporte, a nova regulamentação do frete tende a aumentar o nível de controle sobre as operações e exigir uma readequação do mercado. Ao mesmo tempo, períodos de menor demanda e redução na oferta de fretes podem pressionar o faturamento das empresas e comprometer investimentos importantes em segurança, rastreamento e tecnologias de prevenção.

Nesse contexto, a rastreabilidade de cargas ganha protagonismo. Segundo Buriti, o acompanhamento da carga desde a saída até a entrega permite centralizar informações, gerar dados sobre toda a operação e utilizar essas informações também para aprimorar a segurança no transporte. A tecnologia pode ajudar empresas a identificar riscos, monitorar deslocamentos e tomar decisões mais rápidas diante de desvios ou situações fora do padrão.

Outro ponto de atenção é o impacto do preço do diesel sobre o custo do frete no Brasil. Como o combustível representa uma parcela significativa das despesas de uma operação de transporte rodoviário, oscilações no petróleo, no câmbio e nos custos operacionais aumentam a pressão sobre transportadoras e caminhoneiros. Para o especialista, mecanismos que permitam acompanhar essas variações são importantes para evitar que o valor recebido pelo transportador fique defasado em relação aos custos da operação.

A redução da oferta de fretes também pode provocar um efeito cascata sobre a segurança no transporte de cargas. Com menor movimentação e faturamento, empresas podem ter menos recursos disponíveis para investir em tecnologias de monitoramento, prevenção de roubos e desvios, gestão de riscos e segurança operacional. Isso cria um cenário em que a pressão financeira pode acabar afetando justamente ferramentas utilizadas para proteger cargas, motoristas e operações.

Ao mesmo tempo, o aumento dos custos tende a chegar ao consumidor final. Como o transporte rodoviário possui papel central na logística brasileira, uma elevação do frete pode ser incorporada ao preço de produtos e serviços ao longo da cadeia. A adaptação às novas regras, portanto, não envolve apenas transportadoras: embarcadores, operadores logísticos, empresas e consumidores também podem sentir os efeitos da mudança.

Para Buriti, a tendência é de que o setor precise se adaptar ao novo modelo regulatório, com maior controle sobre o frete e sobre a operação de transporte. Nesse processo, tecnologia, rastreabilidade e gestão de riscos devem ganhar ainda mais importância para que as empresas consigam equilibrar custos, eficiência logística e segurança.

Mais do que uma mudança na forma de calcular e fiscalizar o frete, o novo cenário reforça a necessidade de transformar dados operacionais em inteligência para o transporte. Monitorar cargas, acompanhar custos, identificar riscos e antecipar problemas pode ser decisivo para que transportadoras mantenham a competitividade sem abrir mão da segurança em um mercado cada vez mais pressionado por custos e regulamentações.

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Mortes no trânsito: por que especialistas defendem tratar os sinistros como eventos evitáveis

29 de julho de 2026

O Brasil ainda enfrenta um dos cenários mais preocupantes quando o assunto é segurança viária. Mesmo com campanhas de conscientização, endurecimento da fiscalização e avanços tecnológicos, o país registra milhares de mortes no trânsito todos os anos. Para especialistas, grande parte desses casos poderia ser evitada se houvesse uma abordagem mais preventiva e menos baseada na ideia de que essas ocorrências são inevitáveis.

Nesse contexto, ganha força a defesa pelo uso do termo "sinistro de trânsito" em substituição a "acidente". A mudança busca romper com a percepção de fatalidade e reforçar que fatores como imprudência, excesso de velocidade, uso do celular ao volante, fadiga, consumo de álcool e falhas na gestão do transporte são elementos identificáveis e passíveis de prevenção.

Além da mudança de linguagem, especialistas destacam que a gestão de riscos deve ocupar papel central nas estratégias de segurança viária. O uso de tecnologias como telemetria, monitoramento em tempo real e análise do comportamento dos condutores permite identificar padrões de risco, corrigir falhas operacionais e implementar ações preventivas capazes de reduzir significativamente a ocorrência de sinistros.

Mais do que ampliar a fiscalização, o desafio é promover uma mudança cultural que coloque a prevenção no centro das decisões de empresas, gestores públicos e motoristas. Tratar as mortes no trânsito como um problema de gestão, e não como uma fatalidade, é um passo essencial para preservar vidas e construir um sistema viário mais seguro.

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Segurança no trânsito: como prevenção, tecnologia e gestão de riscos podem reduzir mortes nas rodovias brasileiras

08 de julho de 2026

O trânsito brasileiro segue entre as principais causas de mortes evitáveis no país. Apesar dos avanços em fiscalização e tecnologia, milhares de pessoas ainda perdem a vida todos os anos em ocorrências que, em grande parte, poderiam ser prevenidas. O debate sobre segurança viária ganha força à medida que especialistas defendem uma mudança de postura: enxergar esses episódios não como fatalidades inevitáveis, mas como eventos passíveis de gestão e prevenção.

Nesse contexto, a substituição do termo “acidente” por “sinistro de trânsito” representa mais do que uma mudança de nomenclatura. A nova abordagem reforça a necessidade de identificar fatores de risco, como excesso de velocidade, fadiga, distrações ao volante e falhas na gestão das operações de transporte, permitindo a adoção de medidas efetivas antes que ocorram tragédias.

Paralelamente, cresce a adoção de ferramentas de monitoramento, telemetria e análise de comportamento dos condutores, capazes de auxiliar empresas e gestores públicos na construção de ambientes viários mais seguros. A combinação entre tecnologia, educação e fiscalização tem se mostrado essencial para reduzir a ocorrência de sinistros e salvar vidas.

Mais do que reagir às consequências, o desafio está em consolidar uma cultura permanente de prevenção. Investir em gestão de riscos e em práticas de segurança viária é um passo fundamental para transformar o trânsito em um espaço mais seguro para todos.

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Mortes no trânsito: por que prevenção e gestão de riscos precisam substituir a cultura do "acidente"

07 de julho de 2026

O Brasil registra milhares de mortes no trânsito todos os anos, um cenário que especialistas classificam como um problema de saúde pública e segurança viária. Mais do que uma questão de infraestrutura, os números evidenciam a necessidade de fortalecer a prevenção, a fiscalização e a gestão de riscos para reduzir a violência nas ruas e rodovias. Em 2023, o país contabilizou 34.881 mortes em sinistros de trânsito, mantendo uma tendência de alta observada desde 2020.

Diante desse cenário, cresce o entendimento de que essas ocorrências não devem ser tratadas como simples "acidentes", mas como eventos que, em grande parte, podem ser evitados. A mudança de terminologia para "sinistro de trânsito", adotada pela ABNT e incorporada às políticas nacionais de segurança viária, reforça a importância de identificar fatores de risco e atuar preventivamente antes que tragédias aconteçam.

Outro movimento importante é o avanço de tecnologias voltadas à segurança viária. Soluções como telemetria, monitoramento inteligente, análise de comportamento do motorista e sistemas de apoio à condução vêm sendo adotadas por empresas para reduzir riscos, aumentar a segurança das operações e prevenir ocorrências nas estradas.

Mais do que reagir após um sinistro, o desafio do trânsito brasileiro passa pela construção de uma cultura de prevenção. Investimentos em educação, fiscalização e tecnologia tendem a desempenhar um papel cada vez mais relevante para reduzir mortes, proteger vidas e tornar a mobilidade mais segura.

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Pets conectados: como a tecnologia está aumentando a segurança e o bem-estar dos animais de estimação

29 de junho de 2026

A tecnologia tem transformado o mercado pet e criado novas formas de proteger os animais de estimação. Soluções como rastreadores por GPS, coleiras inteligentes e dispositivos de monitoramento em tempo real vêm ganhando espaço entre os tutores, que buscam mais segurança, praticidade e qualidade de vida para seus pets.

Além de ajudar na localização de animais em casos de fuga, essas tecnologias permitem acompanhar a rotina, monitorar indicadores de saúde e receber alertas em tempo real sobre alterações de comportamento ou deslocamentos fora de áreas previamente definidas. O avanço dessas ferramentas reforça uma mudança no cuidado com os pets, em que a prevenção passa a ser tão importante quanto a resposta a emergências.

Outro movimento importante é a popularização desses dispositivos. Antes restritas a um nicho de consumidores, as tecnologias para monitoramento e segurança de animais de estimação estão se tornando mais acessíveis, impulsionando um mercado que cresce à medida que os brasileiros tratam seus pets como membros da família.

Mais do que acompanhar a localização dos animais, a tecnologia inaugura uma nova fase no setor pet, marcada pelo uso de dados e conectividade para prevenir acidentes, reduzir riscos e promover mais bem-estar no dia a dia dos cães e gatos.

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Tecnologia e segurança no Brasil: como sensores, telemetria e IA previnem acidentes e protegem o patrimônio

18 de junho de 2026

A segurança no trabalho com apoio da tecnologia tem acelerado uma transformação importante na forma como as empresas lidam com o risco no Brasil. O alerta se justifica pelos números: dados do Observatório de Segurança e Saúde no Trabalho mostram que o país já acumulou mais de 8,8 milhões de acidentes entre 2012 e 2024, e o Ministério do Trabalho e Emprego registrou, apenas no primeiro semestre de 2025, cerca de 380 mil ocorrências e aproximadamente 1,7 mil mortes relacionadas a atividades profissionais. Os dados evidenciam fragilidades na gestão de diferentes setores e reforçam a necessidade de estratégias mais estruturadas, que combinem cultura organizacional, processos e tecnologia.

Ferramentas digitais vêm ganhando protagonismo como aliadas da prevenção. Telemetria veicular, sensores IoT, câmeras com inteligência artificial, monitoramento remoto e plataformas de análise de dados ajudam a identificar padrões de risco, corrigir comportamentos inseguros e antecipar situações críticas antes que se tornem acidentes graves. Com sensores conectados, é possível acompanhar em tempo real o funcionamento de máquinas e as condições operacionais e ambientais, disparando alertas automáticos sempre que algo foge do padrão e garantindo uma resposta imediata.

A grande mudança está no perfil da gestão. Se antes as melhorias só aconteciam depois de um acidente ou de uma fiscalização, hoje a tendência é investir em sistemas capazes de prever riscos a partir de evidências. Como explica Paulo Buriti, gerente corporativo da Corpvs Segurança, a consolidação de dados operacionais ao longo do tempo revela padrões que não seriam perceptíveis no dia a dia, mostrando quais atividades apresentam maior probabilidade de falhas e transformando informações em decisões preventivas. A telemetria ilustra bem esse ganho, ao monitorar o comportamento de veículos, equipamentos e operadores por fatores como velocidade, frenagem, tempo de uso e padrões de condução, o que permite corrigir práticas inseguras com base concreta.

As mesmas soluções conectam áreas que antes atuavam de forma isolada. Plataformas integradas permitem registrar ocorrências, acompanhar indicadores e documentar ações preventivas de forma estruturada, fortalecendo a governança, facilitando o cumprimento das normas e ampliando a rastreabilidade da gestão. Esse movimento já avança também no campo: o aumento dos crimes em propriedades rurais, com alta de 37,5% no roubo e furto de máquinas agrícolas e de 22,8% nos crimes envolvendo pick-ups no primeiro semestre de 2025, tem impulsionado a adoção de monitoramento, sensores e rastreamento que protegem o patrimônio e geram eficiência operacional. Um exemplo é a parceria entre a Corpvs e a Avine, que com telemetria e inteligência artificial alcançou redução de 31,6% nas perdas e economia de mais de R$ 800 mil em combustível.

O avanço dessas soluções indica que a proteção tende a se tornar cada vez mais orientada por dados, tanto nas empresas quanto no agronegócio. Em meio a operações complexas e pressão por produtividade, prever riscos deixa de ser apenas uma vantagem e passa a ser um diferencial competitivo. Como resume Buriti, ao usar tecnologia para enxergar ameaças com mais clareza, a empresa transforma a segurança em parte da estratégia do negócio, protegendo pessoas e tornando as operações mais eficientes.

Clique nos links abaixo e confira os conteúdos completos sobre as tecnologias que estão transformando a segurança no trabalho e no campo.

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Criminalidade rural acelera investimentos em rastreamento e telemetria no agronegócio

01 de junho de 2026

O crescimento dos casos de roubo e furto de máquinas agrícolas tem acelerado uma transformação importante no agronegócio brasileiro. Reportagens recentes destacam que produtores rurais estão cada vez mais preocupados com a segurança de tratores, colheitadeiras e implementos agrícolas, equipamentos que representam investimentos milionários e são essenciais para a continuidade das operações no campo. Além dos prejuízos financeiros, a perda desses ativos pode comprometer o calendário produtivo e gerar impactos diretos na rentabilidade das propriedades.

Diante desse cenário, tecnologias de rastreamento, telemetria e monitoramento remoto vêm ganhando espaço como ferramentas estratégicas para a gestão e proteção dos equipamentos agrícolas. Com soluções capazes de acompanhar em tempo real a localização e o funcionamento das máquinas, produtores conseguem aumentar o controle sobre suas operações, reduzir vulnerabilidades e agir com mais rapidez diante de situações suspeitas.

Outro aspecto que chama atenção é a mudança no perfil da gestão rural. Se antes a segurança era tratada apenas de forma reativa, hoje a tendência é investir em sistemas que permitam antecipar riscos e gerar inteligência operacional. O acesso a dados em tempo real possibilita identificar deslocamentos não autorizados, monitorar padrões de uso dos equipamentos e criar protocolos mais eficientes para prevenir perdas e reduzir impactos operacionais.

As tecnologias utilizadas para proteção patrimonial também contribuem para ganhos de produtividade. Ao integrar informações sobre rotas, tempo de operação, consumo e desempenho das máquinas, os produtores conseguem otimizar recursos, reduzir custos e melhorar a eficiência das atividades agrícolas. Dessa forma, a digitalização do campo passa a ser vista não apenas como uma medida de segurança, mas também como um investimento em competitividade e sustentabilidade.

O avanço da criminalidade rural e a crescente valorização dos equipamentos agrícolas reforçam a necessidade de soluções cada vez mais inteligentes para o setor. Nesse contexto, a combinação entre monitoramento, telemetria e gestão baseada em dados surge como uma das principais tendências para garantir mais segurança, previsibilidade e eficiência às operações do agronegócio brasileiro.

Clique nos links abaixo e confira os conteúdos completos sobre o aumento do roubo de máquinas agrícolas e as tecnologias que estão transformando a segurança no campo.

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O trânsito brasileiro segue sem freio?

27 de maio de 2026

A violência no trânsito brasileiro voltou ao centro do debate nacional com a criação do Dia Nacional de Mobilização em Memória das Vítimas de Trânsito. A matéria destaca os desafios enfrentados pelo país para reduzir acidentes e mortes nas estradas, mesmo diante de campanhas educativas e ações de fiscalização. O tema reforça a importância de políticas públicas mais eficazes e da conscientização coletiva sobre segurança viária.

A Corpvs Segurança participou ativamente da discussão por meio do gerente corporativo Paulo Buriti, que contribuiu com análises e informações sobre os principais obstáculos para a fiscalização e prevenção de acidentes no Brasil. A participação da Corpvs evidencia o compromisso da empresa com temas ligados à segurança, mobilidade e preservação da vida.

Clique aqui para saber mais sobre o assunto e conferir a matéria completa.

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Como a IA monitora motoristas e combate roubos de carga no Brasil

27 de maio de 2026

A inteligência artificial vem transformando o setor de transporte e logística no Brasil, trazendo mais eficiência para o monitoramento de motoristas e o combate ao roubo de cargas. Em matéria publicada pelo Canaltech, especialistas destacam como câmeras inteligentes, sistemas de telemetria e análise de dados em tempo real conseguem identificar sinais de distração, fadiga e comportamentos de risco nas estradas brasileiras.

A Corpvs Segurança participou ativamente da construção da reportagem por meio das informações e análises compartilhadas por Paulo Buriti, gerente corporativo da empresa, reforçando o papel da tecnologia como aliada estratégica na prevenção de acidentes, proteção de cargas e fortalecimento da segurança logística no país. A matéria também aborda os desafios da mobilidade inteligente e a evolução dos veículos conectados no cenário nacional.

Para saber mais detalhes sobre o tema e conferir a reportagem completa, clique aqui e acesse a matéria no Canaltech.

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Segurança no trânsito: especialistas apontam tecnologia como aliada para reduzir acidentes no Brasil

27 de maio de 2026

O trânsito brasileiro segue entre os maiores desafios de mobilidade e segurança do país. Acidentes frequentes, excesso de veículos, imprudência e falhas estruturais transformaram o deslocamento diário em um problema que impacta diretamente a economia, a saúde pública e a qualidade de vida da população. O tema foi debatido no podcast do portal Notícia Brasil, com participação de Paulo Buriti.

Durante a conversa, foram discutidos os principais fatores que contribuem para o aumento da insegurança nas vias brasileiras, como imprudência, excesso de velocidade, falhas mecânicas e falta de planejamento urbano. Dados recentes mostram que o Brasil ainda registra milhares de mortes no trânsito todos os anos, além de prejuízos bilionários ligados a acidentes em rodovias e centros urbanos.

Outro ponto abordado foi o papel da tecnologia na prevenção de acidentes e no aumento da segurança viária. Soluções como telemetria, monitoramento em tempo real, inteligência artificial e análise de dados vêm sendo utilizadas para acompanhar o comportamento de motoristas, identificar situações de risco e melhorar a gestão operacional das frotas.

A discussão também destacou como o avanço dessas ferramentas deixou de ser exclusividade de grandes empresas. Hoje, negócios de diferentes portes já conseguem investir em sistemas inteligentes de monitoramento e prevenção, reduzindo vulnerabilidades e aumentando a eficiência das operações de transporte e logística.

Além da tecnologia, especialistas alertam para a necessidade de reforçar ações de conscientização e manutenção preventiva. O crescimento da frota de veículos e o aumento da circulação nas grandes cidades tornam ainda mais urgente o investimento em educação no trânsito, infraestrutura e fiscalização eficiente.

Mais do que um problema de mobilidade, o trânsito brasileiro se consolidou como um desafio de segurança pública e gestão urbana. O debate sobre prevenção, inovação e comportamento nas vias deve ganhar ainda mais relevância nos próximos anos, principalmente diante do aumento dos congestionamentos e dos impactos econômicos gerados pelos acidentes.

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