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Rastreamento e videotelemetria para o agronegócio no Centro-Oeste, Sudeste e Sul

05 de outubro de 2026

Sua produção tem valor. As máquinas e os veículos que movimentam esse resultado também.

No campo, um equipamento utilizado indevidamente, um caminhão fora da rota ou uma condução perigosa podem comprometer prazos, aumentar despesas e colocar pessoas em risco.

A Corpvs oferece soluções de rastreamento, telemetria e videotelemetria para o agronegócio, com projetos para acompanhar veículos e equipamentos e ampliar o controle sobre operações no Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil.

Da fazenda ao destino da carga, transforme o que acontece na sua operação em informação para decidir melhor.

Rastreamento para máquinas agrícolas, equipamentos e caminhões

Você sabe onde seus equipamentos estão e como se movimentam durante o dia?

O rastreamento permite acompanhar a localização e os deslocamentos de veículos e máquinas. Conforme os recursos contratados, também pode oferecer histórico de trajetos, delimitação de áreas e alertas de movimentação.

É uma solução para apoiar o controle de ativos como:

- Tratores, colheitadeiras e pulverizadores.

- Máquinas pesadas e equipamentos de apoio.

- Caminhões de insumos e escoamento da produção.

- Veículos utilizados por equipes técnicas e operacionais.

A definição dos equipamentos deve considerar a compatibilidade de cada ativo e a cobertura de comunicação nas áreas de trabalho.

Telemetria para compreender a utilização dos seus ativos

Saber onde uma máquina está é importante. Entender como ela está sendo utilizada amplia a capacidade de gestão.

Conforme a integração disponível, a telemetria pode acompanhar informações como horas de funcionamento, períodos de ociosidade e dados operacionais do equipamento.

Essas informações ajudam o gestor a identificar usos fora do planejamento, organizar a manutenção e avaliar oportunidades de maior eficiência.

Máquinas representam investimento. Acompanhar sua utilização ajuda a cuidar desse patrimônio.

Videotelemetria: mais contexto para os riscos da operação

A videotelemetria combina imagens de câmeras com dados sobre o veículo e a condução, permitindo compreender melhor o que acontece durante os deslocamentos.

Em caminhões e veículos de apoio, recursos de inteligência artificial podem ajudar a identificar distração, uso de celular ao volante e sinais de fadiga, conforme a solução contratada.

Nas máquinas agrícolas e pesadas, o projeto deve considerar a posição das câmeras, as condições de trabalho e a compatibilidade dos equipamentos. As imagens podem apoiar a análise de ocorrências e a orientação dos operadores.

Entre as aplicações estão:

- Identificar comportamentos que exigem orientação.

- Analisar incidentes com apoio de registros visuais.

- Apoiar a prevenção de acidentes e avarias.

- Melhorar a visibilidade sobre deslocamentos e atividades.

- Fortalecer o treinamento de motoristas e operadores.

Quando você entende o contexto de uma ocorrência, consegue agir com mais precisão.

Centro-Oeste: controle entre propriedades, máquinas e transporte

Para operações em Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal, o projeto deve considerar as distâncias entre propriedades, a movimentação de equipamentos e o transporte da produção.

Rastreamento, telemetria e videotelemetria podem apoiar o acompanhamento desses ativos e a identificação de situações que precisam de atenção.

Em áreas rurais, avaliar a conectividade é uma etapa essencial: a disponibilidade de sinal influencia a transmissão das informações e dos alertas.

Sudeste: integração entre campo, agroindústria e distribuição

Em São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro, a gestão pode envolver propriedades rurais, unidades de processamento, centros de distribuição e entregas.

A tecnologia ajuda a conectar essas etapas, ampliando o acompanhamento dos veículos e oferecendo informações para analisar trajetos, condução e ocorrências.

Para usinas, cooperativas e agroindústrias, o projeto deve refletir os riscos e as necessidades de cada atividade.

Sul: visibilidade para produtores, cooperativas e frotas

No Paraná, em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, acompanhar máquinas, veículos de apoio e caminhões ajuda a organizar a movimentação entre propriedades, unidades de recebimento e destinos de entrega.

A combinação das soluções permite avaliar o uso dos ativos e compreender melhor os acontecimentos durante as viagens.

O objetivo é dar ao gestor informações úteis para proteger pessoas, cuidar dos equipamentos e melhorar o controle da operação.

Qual solução escolher para o agronegócio?

Rastreamento: para acompanhar localização e movimentação de veículos e equipamentos.

Telemetria: para analisar dados de utilização e funcionamento, conforme as integrações disponíveis.

Videotelemetria: para acrescentar imagens e compreender o contexto da condução e das ocorrências.

As soluções podem ser combinadas. A escolha deve considerar os ativos utilizados, os objetivos da gestão, a cobertura de comunicação e os recursos necessários.

Antes de contratar, avalie o que funciona na sua operação

Verifique a compatibilidade com suas máquinas, a resistência dos equipamentos às condições de trabalho, a cobertura nas propriedades e os recursos incluídos na proposta.

Pergunte também como as informações serão registradas quando não houver sinal e quando estarão disponíveis para consulta. Transmissão em tempo real depende de conectividade.

Uma boa contratação começa com um diagnóstico da operação e uma demonstração dos recursos que serão utilizados.

Corpvs: tecnologia para acompanhar o agro do campo à estrada

Sua operação precisa de informação para proteger ativos, orientar equipes e tomar decisões com mais segurança.

A Corpvs desenvolve soluções de rastreamento, telemetria e videotelemetria conforme as necessidades de veículos, máquinas e operações do agronegócio.

Não espere um prejuízo revelar o que você poderia ter acompanhado antes.

Solicite uma avaliação para sua fazenda, cooperativa, agroindústria ou frota no Centro-Oeste, Sudeste ou Sul.

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Rastreamento e videotelemetria em São Paulo: proteja seu veículo e enxergue os riscos da sua frota

05 de outubro de 2026

Você sabe onde seu veículo está. Mas sabe o que acontece durante o trajeto?

Uma distração ao volante, um desvio de rota ou uma condução perigosa podem comprometer muito mais do que uma entrega. Podem colocar pessoas em risco e gerar prejuízos para toda a operação.

Para quem procura rastreamento veicular e videotelemetria em São Paulo, a Corpvs oferece soluções que ampliam a visibilidade sobre veículos, motoristas e viagens, ajudando a transformar informação em decisões mais seguras.

Rastreamento veicular: mais controle sobre o que é seu

Quem depende do carro, da moto ou de um veículo comercial precisa de informação para agir. O rastreamento veicular permite acompanhar a localização e as movimentações do veículo, proporcionando mais controle para proprietários e empresas.

Na gestão de frotas, esse acompanhamento também ajuda a verificar trajetos, identificar desvios e melhorar a organização da operação.

Seu veículo faz parte da sua vida e a proteção dele precisa fazer parte da sua rotina.

Videotelemetria: veja o que a localização sozinha não explica

A videotelemetria combina imagens de câmeras instaladas no veículo com dados sobre a viagem e a condução.

Com recursos de inteligência artificial, a solução pode ajudar a identificar situações de risco, como distração, uso de celular ao volante e sinais de fadiga, conforme os equipamentos e funcionalidades contratados.

Para transportadoras, distribuidoras, prestadores de serviços e empresas com frota em São Paulo, isso significa mais contexto para:

- Orientar motoristas e corrigir comportamentos de risco.

- Analisar ocorrências com apoio de imagens.

- Identificar oportunidades de melhoria na condução.

- Apoiar a prevenção de acidentes e avarias.

- Melhorar o controle operacional.

Cada trajeto gera informações. A diferença está em usá-las antes que um problema se torne prejuízo.

- Qual a diferença entre rastreamento, telemetria e videotelemetria?

Rastreamento: mostra onde o veículo está e por onde passou.

Telemetria: acompanha dados sobre o funcionamento do veículo e a condução, conforme os sensores e recursos disponíveis.

Videotelemetria: acrescenta imagens a esses dados, ajudando o gestor a compreender o contexto dos acontecimentos.

A escolha depende do seu objetivo. Para acompanhar a localização, o rastreamento é um ponto de partida. Para aprofundar a gestão de veículos e motoristas, a telemetria e a videotelemetria ampliam as possibilidades de análise.

Tecnologia para quem vive e trabalha em São Paulo

Do veículo particular à frota empresarial, cada necessidade exige um projeto adequado.

Uma distribuidora precisa acompanhar entregas. Uma transportadora precisa compreender os riscos das viagens. Uma empresa de serviços precisa controlar os deslocamentos de sua equipe.

Com presença em São Paulo, no Jardim Paulista, a Corpvs reúne soluções de rastreamento, telemetria e videotelemetria para apoiar essas diferentes necessidades.

Como escolher uma empresa de rastreamento e videotelemetria em São Paulo?

Antes de contratar, avalie a estrutura de atendimento, a cobertura, a facilidade de uso da plataforma e os recursos incluídos na proposta.

Para frotas, verifique também como os alertas, relatórios e imagens poderão ser usados no dia a dia. A tecnologia precisa ajudar sua equipe a tomar decisões e acompanhar os resultados.

Proteja seu veículo. Dê mais inteligência à sua frota.

Fale com a Corpvs e solicite uma avaliação para sua necessidade em São Paulo.

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Videotelemetria para frotas: como transformar imagens e dados em decisões

29 de setembro de 2026

Uma câmera pode mostrar o que aconteceu em uma viagem. A videotelemetria ajuda a entender o contexto do evento, o comportamento de condução e o que a empresa pode fazer a seguir.

Para uma transportadora, um centro de distribuição ou uma indústria com frota própria, essa diferença é decisiva. Um alerta de frenagem brusca, por exemplo, ganha outro significado quando o gestor pode relacionar os dados do veículo às imagens daquele momento. O objetivo deixa de ser apenas reunir registros: passa a ser identificar padrões de risco, orientar condutores e tomar decisões com mais informação.

O que é videotelemetria veicular?

Videotelemetria é a combinação de vídeo captado por câmeras instaladas no veículo com dados sobre a viagem e a condução. Conforme a configuração contratada, a solução pode reunir imagens da via e da cabine, localização, velocidade e eventos identificados ao longo do percurso.

Alguns projetos também utilizam inteligência artificial para reconhecer situações como sinais de fadiga, distração ou uso do celular ao volante e emitir alertas. Os recursos disponíveis dependem dos dispositivos, da instalação e das necessidades de cada operação.

Em termos simples: o rastreamento informa onde o veículo está; a telemetria mostra como ele está sendo conduzido; a videotelemetria acrescenta imagens para analisar o que ocorreu.

Por que empresas estão investindo em videotelemetria?

A gestão de frotas convive com perguntas que uma planilha ou um ponto no mapa nem sempre respondem:

- O que aconteceu antes de uma colisão?

- Um evento de risco é isolado ou se repete na mesma rota?

- O condutor precisa de orientação específica?

- Há evidências suficientes para esclarecer uma ocorrência?

- Quais situações merecem atenção imediata da equipe de gestão?

A videotelemetria dá mais contexto a essas decisões. Imagens e dados podem apoiar a análise de incidentes, o treinamento de motoristas e a revisão de práticas operacionais. Sua eficácia, porém, depende de algo além da tecnologia: a empresa precisa definir quem acompanha os alertas, como trata cada ocorrência e quais ações toma para reduzir a repetição dos riscos.

Onde a videotelemetria faz mais diferença?

- Transportadoras e frotas rodoviárias: viagens longas exigem atenção à fadiga, à distração e aos eventos de direção. A solução ajuda o gestor a acompanhar situações relevantes e a analisar ocorrências com evidências em vídeos.

- Distribuição e entregas: rotas intensas, muitas paradas e diferentes condutores tornam importante entender padrões de condução e eventos que afetam a operação.

- Indústrias e operações com frota própria: a visibilidade sobre deslocamentos permite integrar a gestão dos veículos às políticas de segurança e aos procedimentos internos da empresa.

- Máquinas e equipamentos móveis: dmpilhadeiras, máquinas agrícolas e equipamentos pesados exigem um projeto próprio. Posição das câmeras, conectividade, ambiente de trabalho e recursos de análise devem ser avaliados conforme o equipamento; uma configuração feita para caminhões não deve ser simplesmente reproduzida em outra operação.

Videotelemetria substitui o trabalho do gestor de frota?

Não. Ela fornece informações para que o gestor atue melhor.

Um alerta sem análise pode virar apenas mais uma notificação. Uma gravação sem procedimento pode permanecer arquivada até que ocorra um problema. O resultado aparece quando a empresa estabelece uma rotina: identificar eventos relevantes, examinar o contexto, conversar com os envolvidos quando necessário e acompanhar se o comportamento mudou.

Por isso, ao comparar fornecedores, pergunte não apenas "quais câmeras serão instaladas?”, mas também “como a nossa equipe receberá, interpretará e utilizará os dados?”.

Como escolher uma empresa de videotelemetria?

Antes de contratar, avalie seis pontos:

1. Adequação à frota: o projeto considera tipos de veículo, rotas, turnos e riscos específicos?

2. Recursos efetivos: quais eventos são identificados? Quais geram alertas? O que depende de configuração adicional?

3. Qualidade das evidências: como as imagens são acessadas e associadas aos eventos?

4. Instalação e conectividade: como a solução funcionará nas áreas em que a frota circula?

5. Uso dos dados: a plataforma ajuda a transformar eventos em ações de gestão?

6. Suporte e implantação: quem acompanha a instalação, orienta a equipe e atende a operação depois da contratação?

Também vale começar com um objetivo mensurável. Pode ser acompanhar eventos de distração, melhorar a análise de ocorrências ou fortalecer o programa de orientação dos condutores. Assim, a empresa consegue avaliar se a solução está resolvendo o problema que motivou o investimento.

Como a Corpvs atua em videotelemetria?

Fundada em 1975, a Corpvs reúne experiência em segurança e soluções de tecnologia para operações com veículos. Sua oferta de videotelemetria combina câmeras, dados de condução e recursos de inteligência artificial, com configuração adaptada às necessidades da frota.

O projeto pode contemplar imagens do interior e do exterior dos veículos, análise de eventos e alertas ao condutor, conforme os recursos definidos para a operação. Para a empresa contratante, o ponto central é ganhar visibilidade para agir: compreender riscos, esclarecer ocorrências e apoiar decisões mais consistentes sobre a frota.

Se sua empresa opera caminhões, veículos de distribuição ou equipamentos móveis, a escolha começa por um diagnóstico da operação. Quantos veículos você precisa acompanhar, onde eles circulam e quais eventos mais afetam seus resultados?

Fale com a Corpvs para avaliar uma solução de videotelemetria adequada à sua frota.

WhatsApp: 0800 943 2070

Perguntas frequentes

Qual é a diferença entre rastreamento e videotelemetria?

O rastreamento acompanha a localização e os deslocamentos. A videotelemetria acrescenta imagens e informações sobre eventos da viagem, oferecendo mais contexto para a análise.

A videotelemetria grava dentro e fora do veículo?

Isso depende da configuração de câmeras escolhida para o projeto. A posição e a quantidade de dispositivos devem atender às necessidades e características da frota.

Videotelemetria serve para máquinas agrícolas e empilhadeiras?

Pode ser estudada para esses equipamentos, mas a instalação, os recursos disponíveis e a conectividade precisam ser avaliados caso a caso.

A inteligência artificial elimina acidentes?

Não. Os alertas e registros ajudam a identificar riscos e orientar ações, mas a segurança também depende de condutores, processos, treinamento e gestão contínua.

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Paulo Buriti aborda a evolução da videotelemetria em artigo exclusivo na AIAFA News

23 de setembro de 2026

A evolução da tecnologia para frotas está transformando a forma como empresas acompanham veículos, motoristas e operações de transporte. Em artigo exclusivo publicado na AIAFA News, Paulo Buriti, gerente corporativo da Corpvs, aborda como a videotelemetria vem ganhando espaço na gestão de frotas, combinando câmeras, telemetria, rastreamento e Inteligência Artificial para ampliar a segurança e a eficiência operacional.

A integração dessas tecnologias permite que gestores tenham uma visão mais completa do que acontece durante uma viagem. Além de informações como localização, velocidade, aceleração e frenagem, as câmeras embarcadas podem registrar situações de risco e comportamentos do motorista, enquanto sistemas de Inteligência Artificial ajudam a identificar eventos como distração, uso de celular, fadiga e condução inadequada.

No artigo, Paulo Buriti destaca que a videotelemetria vai além do monitoramento tradicional de veículos, transformando dados coletados durante a operação em informações que podem apoiar decisões mais rápidas e preventivas. A tecnologia também pode contribuir para a redução de acidentes, custos operacionais, consumo de combustível e desgaste dos veículos, além de auxiliar na criação de treinamentos mais direcionados para os condutores.

Para Paulo Buriti, gerente corporativo da Corpvs, a combinação entre Inteligência Artificial, videotelemetria e análise de dados representa uma evolução importante para empresas que buscam tornar suas frotas mais seguras, eficientes e conectadas.

Em um cenário de transformação da gestão de frotas no Brasil, tecnologias capazes de antecipar riscos e oferecer informações em tempo real ganham importância estratégica. A videotelemetria passa, assim, a integrar uma nova geração de ferramentas voltadas não apenas ao rastreamento de veículos, mas também à segurança viária, prevenção de acidentes e gestão inteligente de operações.

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Rastreamento, seguro ou proteção veicular: qual escolher?

23 de setembro de 2026

Escolher a melhor proteção para o veículo exige analisar mais do que o preço. Rastreamento, seguro automotivo e proteção veicular oferecem soluções diferentes — e entender essas diferenças ajuda a evitar decisões inadequadas.

O rastreamento permite acompanhar a localização do veículo e receber alertas importantes, aumentando as chances de recuperação em casos de furto ou roubo. É indicado para quem busca prevenção, controle e monitoramento contínuo.

O seguro oferece coberturas definidas em apólice, que podem incluir roubo, furto, colisão, danos a terceiros e assistência, conforme o plano contratado. A indenização e as condições dependem da apólice.

A proteção veicular funciona por meio de um sistema associativo ou mutualista. Coberturas, rateios, exclusões e critérios de indenização variam conforme o regulamento da entidade. Por isso, é fundamental verificar se a associação está regularizada e analisar cuidadosamente o contrato antes da adesão.

Para quem deseja unir prevenção e proteção financeira, a Corpvs oferece Rastreamento + Seguro, com monitoramento veicular e cobertura para roubo e furto, incluindo indenização conforme o percentual contratado da Tabela FIPE.

Assim, o cliente conta com tecnologia para localizar o veículo e respaldo financeiro caso a recuperação não seja possível, conforme as condições do contrato.

Proteja seu veículo com tecnologia, monitoramento e segurança financeira. Conheça o Rastreamento + Seguro Corpvs.

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Segurança para docas e CDs com videotelemetria e IA

23 de setembro de 2026

Docas e centros de distribuição reúnem pessoas, veículos, mercadorias e máquinas pesadas em uma operação contínua. Nesse ambiente, acessos indevidos, falhas no uso de EPIs, manobras inseguras e erros na movimentação de cargas podem gerar acidentes, avarias, perdas e paralisações.

Para reduzir esses riscos, é necessário integrar segurança eletrônica inteligente, análise de vídeo e videotelemetria para empilhadeiras.

Mais do que registrar imagens, as câmeras com analíticos de vídeo ajudam a identificar situações de risco no momento em que elas acontecem.

A solução pode incluir:

Assim, a empresa obtém mais controle sobre quem entrou, qual veículo acessou o local, onde a mercadoria foi movimentada e em que momento ocorreu uma possível irregularidade.

Os analíticos das câmeras também podem ser configurados para identificar a ausência de determinados Equipamentos de Proteção Individual, como capacetes, coletes e outros itens visíveis exigidos em cada área.

Ao detectar uma possível não conformidade, o sistema pode gerar um alerta para que o responsável verifique a situação e adote o protocolo adequado.

Essa tecnologia contribui para:

A análise por inteligência artificial funciona como apoio à gestão e não substitui a supervisão humana nem as responsabilidades legais da empresa.

A videotelemetria combina imagens e informações da operação das empilhadeiras, ampliando a capacidade de identificar condutas inseguras e investigar ocorrências.

A tecnologia pode ajudar a monitorar:

Com dados e imagens associados à ocorrência, o gestor deixa de depender apenas de relatos e passa a contar com evidências para orientar treinamentos, manutenção e decisões operacionais.

Ao integrar câmeras inteligentes, controle de acesso, verificação do uso de EPIs e videotelemetria, a empresa passa a acompanhar o ambiente, as pessoas, os veículos e os equipamentos de movimentação.

O resultado é mais controle sobre:

Sua operação identifica o risco enquanto ele acontece ou apenas descobre o prejuízo depois?

A Corpvs desenvolve projetos personalizados para docas, galpões, indústrias e centros de distribuição, integrando segurança eletrônica, câmeras com inteligência analítica, controle de acesso, leitura de placas, monitoramento 24 horas e videotelemetria para empilhadeiras.

Proteja sua operação de ponta a ponta. Fale com a Corpvs.

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Câmeras inteligentes para farmácias e lojas de beleza

23 de setembro de 2026

Medicamentos, dermocosméticos, perfumes e produtos de skincare de alto valor são pequenos, fáceis de ocultar e frequentemente visados. Por isso, apenas gravar imagens já não é suficiente: é preciso identificar o risco enquanto ele acontece.

A Corpvs oferece soluções com câmeras e recursos de inteligência capazes de identificar comportamentos e movimentações suspeitas previamente configuradas, como:

Ao detectar uma situação de risco, o sistema pode gerar alertas em tempo real e enviar notificações diretamente para o celular do gestor, permitindo uma verificação rápida e a adoção do protocolo adequado.

Uma solução integrada de segurança eletrônica permite:

Câmeras convencionais mostram o que aconteceu. Sistemas inteligentes ajudam a identificar sinais de risco no momento certo.

A Corpvs desenvolve projetos personalizados para farmácias, perfumarias e lojas de cosméticos, considerando o layout do estabelecimento, os produtos mais visados e os pontos vulneráveis da operação.

Transforme suas câmeras em uma ferramenta ativa de prevenção, controle e resposta.

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Videotelemetria no agronegócio: mais segurança e inteligência para veículos e máquinas agrícolas

15 de setembro de 2026

No agronegócio, grande parte da operação acontece longe dos olhos do gestor.

Caminhões percorrem rodovias e estradas rurais. Veículos se deslocam entre fazendas, unidades e centros logísticos. Tratores, colheitadeiras e máquinas pesadas operam durante horas em áreas extensas e, muitas vezes, remotas.

Diante desse cenário, saber apenas onde um veículo ou equipamento está pode não ser suficiente.

É preciso entender como está sendo operado e o que acontece durante a jornada.

É justamente aí que a videotelemetria para o agronegócio ganha relevância: ao combinar vídeo, dados e informações operacionais, a tecnologia amplia a visibilidade sobre veículos, motoristas, máquinas e operadores.

A videotelemetria combina recursos de vídeo com dados de telemetria para oferecer mais contexto sobre determinados eventos da operação.

De forma simples:

Rastreamento: onde está?

Telemetria: como está sendo utilizado ou conduzido?

Videotelemetria: o que estava acontecendo naquele momento?

Essa combinação permite que gestores tenham mais informações para analisar eventos e comportamentos, mesmo quando a operação está acontecendo a quilômetros de distância.

As operações do agronegócio são naturalmente descentralizadas.

Enquanto a gestão está em uma unidade administrativa, veículos e equipamentos podem estar distribuídos por diferentes fazendas, rodovias, áreas de cultivo e unidades produtivas.

Essa distância cria um desafio: como enxergar o que acontece na operação sem estar fisicamente presente?

A videotelemetria ajuda a diminuir essa distância.

Imagine que seja registrada uma frenagem brusca em um caminhão.

O dado informa que o evento aconteceu. Mas o vídeo pode ajudar a compreender o contexto: uma distração, um obstáculo na estrada, um animal na pista ou uma manobra inesperada de outro veículo.

O dado mostra o evento. O vídeo ajuda a entender o contexto.

Aqui está um dos grandes potenciais da tecnologia para o agronegócio.

A videotelemetria não precisa estar limitada aos veículos que circulam pelas rodovias. Conforme a aplicação, compatibilidade e configuração do projeto, a tecnologia também pode ser utilizada para ampliar a visibilidade sobre máquinas agrícolas e equipamentos pesados.

Isso pode incluir equipamentos como:

• tratores;

• colheitadeiras;

• pulverizadores;

• máquinas agrícolas autopropelidas;

• equipamentos pesados utilizados em operações rurais;

• outros ativos móveis compatíveis com a solução.

Em uma grande propriedade ou operação agroindustrial, esses equipamentos representam ativos estratégicos e podem trabalhar durante longos períodos longe da supervisão direta dos gestores.

A videotelemetria acrescenta uma nova camada à gestão: não apenas saber onde a máquina está, mas obter mais contexto sobre como a operação está acontecendo.

Máquinas agrícolas operam em ambientes diferentes daqueles encontrados em uma frota rodoviária.

Existem condições de terreno, jornadas operacionais, áreas de difícil acesso, interação com outros equipamentos e diferentes situações que podem exigir atenção.

Para o gestor, a possibilidade de contar com informações e imagens relacionadas à operação pode auxiliar na análise de determinados acontecimentos.

Imagine uma colheitadeira operando a quilômetros da sede da fazenda.

O gestor não consegue acompanhar presencialmente toda a jornada daquele equipamento.

Com tecnologias de monitoramento e videotelemetria, essa distância pode ser reduzida por meio de informações.

Em grandes operações, isso ganha ainda mais importância.

Quanto maior a quantidade de máquinas e maior a área de operação, maior tende a ser o desafio de visibilidade da gestão.

Em máquinas e equipamentos pesados, o vídeo pode ajudar a fornecer contexto para determinados eventos operacionais.

Dependendo das características da solução e do projeto, as informações podem auxiliar gestores a analisar situações relacionadas à operação, comportamento do operador e acontecimentos registrados durante a utilização do equipamento.

Isso permite uma gestão mais orientada por dados.

Em vez de depender exclusivamente de relatos posteriores, o gestor pode contar com informações adicionais para entender determinadas ocorrências.

Ver o que aconteceu muda a qualidade da análise.

Dependendo dos recursos disponíveis e das configurações da solução, a videotelemetria pode apoiar a análise de situações relacionadas a:

• distração;

• uso de celular;

• sinais associados à fadiga;

• frenagens e acelerações bruscas;

• comportamentos recorrentes de condução;

• eventos durante deslocamentos;

• situações envolvendo máquinas e equipamentos;

• ocorrências que precisam de contexto visual.

O objetivo não é simplesmente gerar mais dados ou horas de gravação.

Videotelemetria e segurança dos operadores

A videotelemetria também pode fazer parte de uma estratégia de segurança operacional.

Ao identificar padrões e situações que mereçam atenção, gestores podem utilizar informações para orientar treinamentos, revisar procedimentos e acompanhar comportamentos recorrentes.

A lógica é simples:

identificar → analisar → orientar → acompanhar.

Isso é particularmente importante em operações que envolvem veículos e máquinas de grande porte.

A tecnologia, entretanto, deve ser utilizada como parte de uma política estruturada de segurança, gestão de pessoas e melhoria contínua.

Longos deslocamentos e jornadas operacionais tornam a fadiga um tema relevante para determinadas atividades do agronegócio.

Conforme as funcionalidades da solução, tecnologias embarcadas podem contribuir para a identificação de sinais e comportamentos que mereçam atenção.

Para a empresa, isso significa contar com mais informações para apoiar políticas de segurança e gestão dos condutores e operadores.

O objetivo não é apenas enxergar um problema depois que ele acontece.

É criar condições para uma gestão cada vez mais preventiva.

Sim. O contexto visual também pode ajudar a esclarecer situações.

Uma frenagem brusca, por exemplo, pode inicialmente parecer uma condução inadequada. Ao analisar o contexto, porém, pode ser possível verificar que um animal entrou na pista ou outro veículo realizou uma manobra inesperada.

O mesmo princípio pode ser aplicado à análise de determinadas situações envolvendo equipamentos compatíveis com a tecnologia.

Por isso, a videotelemetria não deve ser encarada apenas como ferramenta de fiscalização.

Ela também pode fornecer contexto para uma análise mais completa dos acontecimentos.

Quanto maior a operação, maior é o desafio de acompanhar tudo o que acontece.

Imagine centenas de caminhões, veículos, tratores e equipamentos distribuídos entre propriedades, unidades produtivas e estradas.

A gestão manual dessas informações se torna cada vez mais complexa.

É nesse cenário que a tecnologia ganha escala.

O gestor não precisa necessariamente observar tudo.

Ele precisa conseguir identificar quais eventos merecem sua atenção.

Esse é um dos principais conceitos da gestão orientada por dados:  mais informação não significa automaticamente mais controle. Informação relevante é o que gera inteligência.

Para a alta gestão, o valor da videotelemetria não está simplesmente nas câmeras.

Está na capacidade de transformar acontecimentos da operação em informações para tomada de decisão.

CEOs, diretores, gestores de frota, operações, logística e segurança precisam compreender onde estão os principais riscos, quais comportamentos se repetem e onde existem oportunidades de melhoria.

A tecnologia aproxima dois mundos que muitas vezes estão fisicamente distantes:

o que acontece no campo e quem toma as decisões na empresa.

A tecnologia pode ser relevante para diferentes organizações, como:

• grandes produtores rurais;

• grupos agrícolas;

• agroindústrias;

• cooperativas;

• usinas;

• empresas de insumos;

• empresas de logística do agronegócio;

• transportadoras;

• operações com máquinas agrícolas;

• empresas com frotas de veículos e equipamentos pesados.

Cada operação possui características próprias. Por isso, é importante avaliar tecnicamente os veículos, máquinas, equipamentos e objetivos antes da implantação.

Projetos que envolvem câmeras e dados relacionados a pessoas devem considerar a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e demais normas aplicáveis.

Finalidade, acesso às informações, armazenamento, segurança, retenção e políticas internas precisam fazer parte do projeto.

A tecnologia deve ser implantada dentro de uma estratégia estruturada de segurança da informação, privacidade e governança.

Antes da contratação, não avalie apenas câmeras ou equipamentos.

Considere a solução como parte da estratégia de gestão da operação.

Avalie recursos tecnológicos, plataforma, eventos disponíveis, compatibilidade com veículos e máquinas, escalabilidade, suporte, segurança da informação e capacidade de atender às características específicas da empresa.

E, principalmente, comece pela pergunta:

“Que parte da minha operação eu preciso enxergar melhor?”

A resposta ajuda a definir como a tecnologia pode gerar mais valor.

Para empresas que possuem operações distribuídas, grandes frotas, máquinas agrícolas e equipamentos pesados, a videotelemetria pode representar uma evolução importante na forma de acompanhar e compreender a operação.

Não se trata apenas de instalar câmeras.

Trata-se de transformar vídeo e dados em informação para gestão.

Para um CEO ou gestor, a pergunta não deveria ser apenas: “Onde estão meus veículos e máquinas?”

A pergunta mais estratégica é: “Eu sei o que está acontecendo com a minha operação quando ninguém da gestão está por perto?”

No agronegócio, veículos e máquinas podem estar a quilômetros de distância.

Sua gestão não precisa estar.

A Videotelemetria Corpvs utiliza tecnologia para ampliar a visibilidade sobre operações e fornecer mais contexto para a análise de eventos relacionados a veículos, motoristas, máquinas e operadores, conforme as características de cada projeto.

Do caminhão que percorre a rodovia à máquina que trabalha no campo, tecnologia e informação podem aproximar a gestão da operação.

Mais visibilidade. Mais informação. Mais inteligência para decidir.

Leve a gestão da sua operação além da localização.

Converse com a Corpvs e descubra como a videotelemetria pode ser aplicada aos veículos, máquinas agrícolas e equipamentos pesados da sua empresa.

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Gangues do 'quebra-vidro' avançam em São Paulo e reforçam importância da tecnologia

15 de setembro de 2026

A atuação das chamadas gangues do quebra-vidro se espalhou por todas as regiões de São Paulo. Segundo reportagem recente, já há registros nas zonas leste, sul, norte e oeste, com criminosos aproveitando veículos parados no trânsito para quebrar vidros e roubar celulares. Entre janeiro e julho deste ano, a cidade registrou 31.004 roubos de celulares, uma queda de 15% em relação ao mesmo período de 2025, mas ainda em um patamar elevado.

O avanço desse tipo de crime reforça a importância de tecnologias voltadas à segurança veicular. Câmeras embarcadas, telemetria e rastreamento podem ampliar a capacidade de monitoramento e registrar o que acontece dentro e ao redor do veículo, contribuindo tanto para a prevenção quanto para a produção de provas.

A própria reportagem mostra como as imagens podem ser importantes após uma ocorrência. Uma câmera instalada no carro de uma das vítimas registrou o momento em que dois criminosos se aproximaram, quebraram o vidro e levaram o celular. O vídeo também foi utilizado pela vítima para comprovar o crime e conseguir o estorno de uma transferência realizada pelos assaltantes.

Para Paulo Buriti, gerente corporativo da Corpvs, a tecnologia amplia a visibilidade do motorista e cria uma camada adicional de proteção diante de ocorrências cada vez mais rápidas e imprevisíveis.

Com as quadrilhas mudando de estratégia e ampliando sua presença pela capital, combinar atenção no trânsito com ferramentas de monitoramento pode ser fundamental para reduzir riscos e aumentar a capacidade de resposta diante de situações de emergência.

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Corpvs no Vozes do Transporte: como a tecnologia está transformando a segurança nas estradas?

10 de setembro de 2026

Como a tecnologia pode tornar o transporte mais seguro e, ao mesmo tempo, valorizar o motorista profissional? Esse foi um dos principais temas discutidos por Paulo Buriti, gerente comercial corporativo da Corpvs, durante sua participação no videocast Vozes do Transporte. Ao longo da conversa, o especialista falou sobre a evolução da telemetria, o uso de dados na gestão de frotas, segurança viária e as novas tecnologias que ajudam empresas a compreender melhor o comportamento dos motoristas.

Durante o episódio, Buriti explicou como a telemetria deixou de ser apenas uma ferramenta de rastreamento e passou a oferecer informações mais completas sobre a operação. Dados relacionados a velocidade, frenagens bruscas, curvas, consumo, cumprimento de horários e pontos de parada permitem criar um perfil de condução e identificar oportunidades de melhoria tanto para a empresa quanto para o motorista.

Um dos pontos centrais da participação de Paulo Buriti foi justamente a relação entre tecnologia e valorização do motorista profissional.

Segundo o especialista, antes da popularização da telemetria, empresas tinham dificuldade para identificar quais profissionais apresentavam um bom desempenho de maneira completa. O consumo de combustível, por exemplo, poderia ser utilizado como principal indicador, mas não necessariamente significava que aquele motorista era o melhor da operação.

Com a análise de dados, torna-se possível considerar diferentes fatores simultaneamente, como controle de velocidade, cumprimento de horários, respeito aos pontos de parada, frenagens e curvas bruscas. A partir dessas informações, empresas podem criar métricas e rankings capazes de reconhecer os profissionais que apresentam uma condução mais segura e eficiente.

Buriti também chamou atenção para a necessidade de considerar o contexto de cada motorista. Um profissional que percorre 50 quilômetros dentro de uma cidade não pode ser avaliado exatamente da mesma maneira que outro que percorre 500 quilômetros até o interior, já que o tempo de exposição à estrada e a quantidade de situações de risco são diferentes.

Outro tema abordado no Vozes do Transporte foi o desafio enfrentado por empresas que possuem equipes enxutas para administrar diferentes informações da operação.

Paulo Buriti explicou que a evolução da telemetria também ocorreu pela necessidade de entregar aos gestores informações já tratadas. Em vez de exigir que um profissional analise inúmeros relatórios de consumo, quilometragem e comportamento, os sistemas podem apresentar indicadores que facilitam a identificação de mudanças no perfil de condução.

Essa transformação é especialmente relevante para pequenas e médias empresas, nas quais as áreas de transporte, logística e gestão muitas vezes não são tão segmentadas quanto em grandes corporações.

Para Buriti, o objetivo é fazer com que os dados deixem de ser apenas números e passem a gerar informações práticas para a tomada de decisão.

A conversa também abordou os limites e desafios da aplicação de tecnologias desenvolvidas para diferentes realidades. Buriti destacou que soluções utilizadas por montadoras em mercados como Estados Unidos e Europa nem sempre apresentam o mesmo comportamento quando aplicadas diretamente à realidade brasileira.

A diferença na infraestrutura rodoviária, nas condições das estradas e no trânsito pode interferir na interpretação de sistemas de assistência à condução. Por isso, segundo o especialista, é importante que as tecnologias considerem as características específicas das operações brasileiras.

Outro aspecto destacado por Paulo Buriti foi a necessidade de mostrar ao motorista que a tecnologia não serve apenas para monitorar seu trabalho.

Segundo o especialista, os dados também podem contribuir para identificar comportamentos que aumentam o desgaste dos veículos e dos pneus. Uma condução com muitas frenagens bruscas, por exemplo, pode acelerar o desgaste dos componentes. Ao identificar esse padrão, a empresa consegue orientar o profissional e reduzir custos, enquanto o motorista passa a ter mais informações para aprimorar sua condução.

Essa visão amplia o papel da telemetria no transporte rodoviário: a tecnologia passa a ser utilizada não apenas para fiscalização, mas também para prevenção, treinamento, eficiência operacional e reconhecimento profissional.

A participação de Paulo Buriti no videocast Vozes do Transporte mostra como a transformação digital está mudando a relação entre tecnologia, empresas e motoristas profissionais.

Ao longo do episódio, o especialista discutiu como telemetria, análise de dados e sistemas de monitoramento podem contribuir para uma operação mais segura e eficiente, além de ajudar empresas a enxergar melhor o desempenho de seus motoristas.

Mais do que monitorar caminhões, a tecnologia passa a permitir uma compreensão mais ampla da operação: como o veículo está sendo conduzido, quais comportamentos podem gerar riscos, onde existem oportunidades de economia e quais profissionais merecem ser reconhecidos.

A conversa reforça, assim, uma tendência importante para o futuro do transporte rodoviário: utilizar dados não apenas para controlar a operação, mas para prevenir riscos, melhorar a gestão de frotas e valorizar quem está diariamente nas estradas.

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