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Corpvs completa 51 anos com foco em tecnologia e expansão

20 de março de 2026Liandro Brito

A Corpvs Segurança completa 51 anos presente nos 27 Estados brasileiros, usando uma estratégia consistente de crescimento baseada em tecnologia, ampliação territorial e diversificação de serviços. A empresa encerrou o ano de 2025 com crescimento de 18% no faturamento e projeta uma expansão superior a 25%, em 2026, impulsionada por investimentos contínuos em inovação e eficiência operacional.

Ao completar 51 anos, a Corpvs acompanha a forte expansão do setor de segurança privada no país, apresentando um crescimento sustentável e um portfólio robusto, com soluções integradas de segurança patrimonial, segurança pessoal, transporte de valores, tesouraria bancária, segurança eletrônica, rastreamento, telemetria e videomonitoramento veicular, monitoramento de ATMs, roteirização logística e uso de iscas para cargas.

A atuação atende setores como indústria, infraestrutura, varejo, logística e serviços financeiros, combinando proteção física, inteligência tecnológica e gestão de riscos. Em 2025, a companhia investiu cerca de R$20 milhões na modernização de suas operações, com foco em soluções digitais, automação e integração de sistemas.

“A integração de inteligência artificial, machine learning e segurança cibernética nos permite oferecer sistemas mais inteligentes, monitoramento em tempo real e respostas mais rápidas ante às ameaças”, afirma Gaudencio Lucena, CEO da CORPVS.

A CORPVS direciona seus próximos movimentos para a expansão nas regiões Sul e Sudeste, mercados estratégicos e altamente competitivos. “A empresa já atende grandes empresas em São Paulo e busca ampliar sua base de clientes importantes, apoiada na expertise operacional, no uso intensivo de tecnologia e em um portfólio cada vez mais integrado”, completa Gaudencio.

Para os próximos anos, a meta é crescer acima de 20%, até 2030, consolidando-se como uma das principais referências nacionais em segurança privada. “Seguimos comprometidos em investir, inovar e evoluir para atender um mercado cada vez mais exigente, unindo tecnologia de ponta e excelência operacional”, conclui o CEO. 

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Liandro Brito

Jornalista produtor e escritor do Jornal Corpvs News.

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Frete, diesel e segurança: como as novas regras podem mudar o transporte de cargas no Brasil

O transporte rodoviário é responsável por grande parte da movimentação de cargas no Brasil e, por isso, qualquer mudança na regulamentação do frete pode gerar impactos em toda a cadeia logística. Em um cenário de incertezas sobre o preço do petróleo, do diesel e sobre a oferta de cargas, transportadoras e embarcadores precisam lidar com custos maiores, novas exigências e a necessidade de adaptar suas operações.

Para Paulo Buriti, especialista em segurança operacional e tecnologia para o transporte, a nova regulamentação do frete tende a aumentar o nível de controle sobre as operações e exigir uma readequação do mercado. Ao mesmo tempo, períodos de menor demanda e redução na oferta de fretes podem pressionar o faturamento das empresas e comprometer investimentos importantes em segurança, rastreamento e tecnologias de prevenção.

Nesse contexto, a rastreabilidade de cargas ganha protagonismo. Segundo Buriti, o acompanhamento da carga desde a saída até a entrega permite centralizar informações, gerar dados sobre toda a operação e utilizar essas informações também para aprimorar a segurança no transporte. A tecnologia pode ajudar empresas a identificar riscos, monitorar deslocamentos e tomar decisões mais rápidas diante de desvios ou situações fora do padrão.

Outro ponto de atenção é o impacto do preço do diesel sobre o custo do frete no Brasil. Como o combustível representa uma parcela significativa das despesas de uma operação de transporte rodoviário, oscilações no petróleo, no câmbio e nos custos operacionais aumentam a pressão sobre transportadoras e caminhoneiros. Para o especialista, mecanismos que permitam acompanhar essas variações são importantes para evitar que o valor recebido pelo transportador fique defasado em relação aos custos da operação.

A redução da oferta de fretes também pode provocar um efeito cascata sobre a segurança no transporte de cargas. Com menor movimentação e faturamento, empresas podem ter menos recursos disponíveis para investir em tecnologias de monitoramento, prevenção de roubos e desvios, gestão de riscos e segurança operacional. Isso cria um cenário em que a pressão financeira pode acabar afetando justamente ferramentas utilizadas para proteger cargas, motoristas e operações.

Ao mesmo tempo, o aumento dos custos tende a chegar ao consumidor final. Como o transporte rodoviário possui papel central na logística brasileira, uma elevação do frete pode ser incorporada ao preço de produtos e serviços ao longo da cadeia. A adaptação às novas regras, portanto, não envolve apenas transportadoras: embarcadores, operadores logísticos, empresas e consumidores também podem sentir os efeitos da mudança.

Para Buriti, a tendência é de que o setor precise se adaptar ao novo modelo regulatório, com maior controle sobre o frete e sobre a operação de transporte. Nesse processo, tecnologia, rastreabilidade e gestão de riscos devem ganhar ainda mais importância para que as empresas consigam equilibrar custos, eficiência logística e segurança.

Mais do que uma mudança na forma de calcular e fiscalizar o frete, o novo cenário reforça a necessidade de transformar dados operacionais em inteligência para o transporte. Monitorar cargas, acompanhar custos, identificar riscos e antecipar problemas pode ser decisivo para que transportadoras mantenham a competitividade sem abrir mão da segurança em um mercado cada vez mais pressionado por custos e regulamentações.

Mortes no trânsito: por que especialistas defendem tratar os sinistros como eventos evitáveis

O Brasil ainda enfrenta um dos cenários mais preocupantes quando o assunto é segurança viária. Mesmo com campanhas de conscientização, endurecimento da fiscalização e avanços tecnológicos, o país registra milhares de mortes no trânsito todos os anos. Para especialistas, grande parte desses casos poderia ser evitada se houvesse uma abordagem mais preventiva e menos baseada na ideia de que essas ocorrências são inevitáveis.

Nesse contexto, ganha força a defesa pelo uso do termo "sinistro de trânsito" em substituição a "acidente". A mudança busca romper com a percepção de fatalidade e reforçar que fatores como imprudência, excesso de velocidade, uso do celular ao volante, fadiga, consumo de álcool e falhas na gestão do transporte são elementos identificáveis e passíveis de prevenção.

Além da mudança de linguagem, especialistas destacam que a gestão de riscos deve ocupar papel central nas estratégias de segurança viária. O uso de tecnologias como telemetria, monitoramento em tempo real e análise do comportamento dos condutores permite identificar padrões de risco, corrigir falhas operacionais e implementar ações preventivas capazes de reduzir significativamente a ocorrência de sinistros.

Mais do que ampliar a fiscalização, o desafio é promover uma mudança cultural que coloque a prevenção no centro das decisões de empresas, gestores públicos e motoristas. Tratar as mortes no trânsito como um problema de gestão, e não como uma fatalidade, é um passo essencial para preservar vidas e construir um sistema viário mais seguro.

Segurança no trânsito: como prevenção, tecnologia e gestão de riscos podem reduzir mortes nas rodovias brasileiras

O trânsito brasileiro segue entre as principais causas de mortes evitáveis no país. Apesar dos avanços em fiscalização e tecnologia, milhares de pessoas ainda perdem a vida todos os anos em ocorrências que, em grande parte, poderiam ser prevenidas. O debate sobre segurança viária ganha força à medida que especialistas defendem uma mudança de postura: enxergar esses episódios não como fatalidades inevitáveis, mas como eventos passíveis de gestão e prevenção.

Nesse contexto, a substituição do termo “acidente” por “sinistro de trânsito” representa mais do que uma mudança de nomenclatura. A nova abordagem reforça a necessidade de identificar fatores de risco, como excesso de velocidade, fadiga, distrações ao volante e falhas na gestão das operações de transporte, permitindo a adoção de medidas efetivas antes que ocorram tragédias.

Paralelamente, cresce a adoção de ferramentas de monitoramento, telemetria e análise de comportamento dos condutores, capazes de auxiliar empresas e gestores públicos na construção de ambientes viários mais seguros. A combinação entre tecnologia, educação e fiscalização tem se mostrado essencial para reduzir a ocorrência de sinistros e salvar vidas.

Mais do que reagir às consequências, o desafio está em consolidar uma cultura permanente de prevenção. Investir em gestão de riscos e em práticas de segurança viária é um passo fundamental para transformar o trânsito em um espaço mais seguro para todos.

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