Corpvs oferece soluções de segurança para um carnaval mais tranquilo
Durante o Carnaval, a maior festa popular do Brasil, milhões de pessoas vão às ruas para aproveitar os dias de folia e descanso. Ao mesmo tempo, este é um período que exige atenção redobrada com a segurança de residências, veículos e, principalmente, de crianças e famílias. Pensando nisso, a Corpvs Segurança divulga orientações e apresenta soluções tecnológicas que ajudam a prevenir riscos, garantindo mais tranquilidade para os foliões.
Casas e comércios mais protegidos
Um dos feriados prolongados mais aproveitados para viagens em família, o período do Carnaval também oferece momentos em que muitas casas ficam vazias e se tornam alvos mais fáceis para criminosos. Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP SP), as tentativas de invasão e assalto a residências e estabelecimentos aumentam cerca de 15% em feriados prolongados, como o Carnaval e a Semana Santa. Já os roubos e furtos em casas de veraneio crescem aproximadamente 10%.
Para reduzir esse risco, a Corpvs oferece o serviço de monitoramento eletrônico para residências e comércios, que inclui câmeras, cercas eletrônicas, central de alarme e sensores de presença, fumaça e impacto. Tudo pode ser acompanhado em tempo real pelo aplicativo Corpvs, permitindo visualizar o ambiente, armar e desarmar o sistema e controlar ocorrências diretamente pelo celular.
Os equipamentos utilizam tecnologia GPRS, não precisam de linha telefônica e permitem instalação rápida, sem fio e sem sujeira, em até 60 minutos. O sistema também possibilita automatizar luzes, aparelhos de ar-condicionado, persianas elétricas e portões, além de contar com botão de pânico, controle de acesso e a opção de seguro predial.
“A solução, chamada Home Security, garante proteção inteligente 24 horas por dia contra roubos e furtos, tanto em residências quanto em comércios, com suporte de uma Central de Atendimento funcionando o tempo todo”, afirma Paulo Buriti, gerente corporativo da Corpvs.
Mais segurança nas estradas com rastreamento veicular
Com muitas pessoas viajando de carro durante o Carnaval, o cuidado com os veículos também é essencial. A Corpvs oferece soluções de rastreamento veicular em tempo real, permitindo que os proprietários acompanhem a localização do veículo pelo celular, tablet ou computador.
Entre os diferenciais estão alerta de ignição, cerca virtual, sistema antifurto e bloqueio do veículo a distância em caso de movimentação suspeita. O serviço está disponível em todo o Brasil e conta com uma Central de Atendimento 24 horas, com acompanhamento em conjunto com as autoridades competentes em situações de roubo ou furto.
“Além de aumentar a segurança, o rastreamento ajuda a reduzir custos e traz mais tranquilidade para motoristas, famílias e empresas que gerenciam frotas”, afirma Buriti.
Tecnologia ajuda a proteger crianças durante a folia
Em meio às multidões do Carnaval, cresce também a preocupação com crianças que se perdem de seus responsáveis. Em 2025, o Brasil registrou 23.919 casos de desaparecimento de crianças e adolescentes, segundo o Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública (Sinesp), do Ministério da Justiça. O total representa uma média de 66 desaparecimentos de menores de 18 anos por dia e uma alta de 8% em relação ao ano de 2024, quando foi notificada uma média de 60 desaparecimentos diários nessa faixa etária.
De olho nesse cenário, a Corpvs lançou suas TAGs inteligentes, dispositivos que permitem monitorar em tempo real a localização de crianças. As TAGs podem ser usadas em mochilas, pulseiras, sapatos ou chaveiros e se conectam diretamente ao aplicativo dos responsáveis. Segundo Paulo Buriti, a proposta é unir liberdade e proteção.
“O Carnaval é uma data de grande festa no Brasil e queremos que seja celebrado com alegria, sem preocupações. As TAGs permitem delimitar áreas seguras durante a folia. Quando a criança entra ou sai desses locais, os responsáveis recebem notificações discretas no celular. É a tecnologia a favor da liberdade e da proteção”, afirma.
Ele reforça que o uso pode continuar após o Carnaval, como no trajeto para a escola ou em outras atividades do dia a dia. As TAGs inteligentes da Corpvs também podem ser usadas para a segurança de idosos, pets e até em bagagens.

Liandro Brito
Jornalista produtor e escritor do Jornal Corpvs News.
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Frete, diesel e segurança: como as novas regras podem mudar o transporte de cargas no Brasil
O transporte rodoviário é responsável por grande parte da movimentação de cargas no Brasil e, por isso, qualquer mudança na regulamentação do frete pode gerar impactos em toda a cadeia logística. Em um cenário de incertezas sobre o preço do petróleo, do diesel e sobre a oferta de cargas, transportadoras e embarcadores precisam lidar com custos maiores, novas exigências e a necessidade de adaptar suas operações.
Para Paulo Buriti, especialista em segurança operacional e tecnologia para o transporte, a nova regulamentação do frete tende a aumentar o nível de controle sobre as operações e exigir uma readequação do mercado. Ao mesmo tempo, períodos de menor demanda e redução na oferta de fretes podem pressionar o faturamento das empresas e comprometer investimentos importantes em segurança, rastreamento e tecnologias de prevenção.
Nesse contexto, a rastreabilidade de cargas ganha protagonismo. Segundo Buriti, o acompanhamento da carga desde a saída até a entrega permite centralizar informações, gerar dados sobre toda a operação e utilizar essas informações também para aprimorar a segurança no transporte. A tecnologia pode ajudar empresas a identificar riscos, monitorar deslocamentos e tomar decisões mais rápidas diante de desvios ou situações fora do padrão.
Outro ponto de atenção é o impacto do preço do diesel sobre o custo do frete no Brasil. Como o combustível representa uma parcela significativa das despesas de uma operação de transporte rodoviário, oscilações no petróleo, no câmbio e nos custos operacionais aumentam a pressão sobre transportadoras e caminhoneiros. Para o especialista, mecanismos que permitam acompanhar essas variações são importantes para evitar que o valor recebido pelo transportador fique defasado em relação aos custos da operação.
A redução da oferta de fretes também pode provocar um efeito cascata sobre a segurança no transporte de cargas. Com menor movimentação e faturamento, empresas podem ter menos recursos disponíveis para investir em tecnologias de monitoramento, prevenção de roubos e desvios, gestão de riscos e segurança operacional. Isso cria um cenário em que a pressão financeira pode acabar afetando justamente ferramentas utilizadas para proteger cargas, motoristas e operações.
Ao mesmo tempo, o aumento dos custos tende a chegar ao consumidor final. Como o transporte rodoviário possui papel central na logística brasileira, uma elevação do frete pode ser incorporada ao preço de produtos e serviços ao longo da cadeia. A adaptação às novas regras, portanto, não envolve apenas transportadoras: embarcadores, operadores logísticos, empresas e consumidores também podem sentir os efeitos da mudança.
Para Buriti, a tendência é de que o setor precise se adaptar ao novo modelo regulatório, com maior controle sobre o frete e sobre a operação de transporte. Nesse processo, tecnologia, rastreabilidade e gestão de riscos devem ganhar ainda mais importância para que as empresas consigam equilibrar custos, eficiência logística e segurança.
Mais do que uma mudança na forma de calcular e fiscalizar o frete, o novo cenário reforça a necessidade de transformar dados operacionais em inteligência para o transporte. Monitorar cargas, acompanhar custos, identificar riscos e antecipar problemas pode ser decisivo para que transportadoras mantenham a competitividade sem abrir mão da segurança em um mercado cada vez mais pressionado por custos e regulamentações.
Mortes no trânsito: por que especialistas defendem tratar os sinistros como eventos evitáveis
O Brasil ainda enfrenta um dos cenários mais preocupantes quando o assunto é segurança viária. Mesmo com campanhas de conscientização, endurecimento da fiscalização e avanços tecnológicos, o país registra milhares de mortes no trânsito todos os anos. Para especialistas, grande parte desses casos poderia ser evitada se houvesse uma abordagem mais preventiva e menos baseada na ideia de que essas ocorrências são inevitáveis.
Nesse contexto, ganha força a defesa pelo uso do termo "sinistro de trânsito" em substituição a "acidente". A mudança busca romper com a percepção de fatalidade e reforçar que fatores como imprudência, excesso de velocidade, uso do celular ao volante, fadiga, consumo de álcool e falhas na gestão do transporte são elementos identificáveis e passíveis de prevenção.
Além da mudança de linguagem, especialistas destacam que a gestão de riscos deve ocupar papel central nas estratégias de segurança viária. O uso de tecnologias como telemetria, monitoramento em tempo real e análise do comportamento dos condutores permite identificar padrões de risco, corrigir falhas operacionais e implementar ações preventivas capazes de reduzir significativamente a ocorrência de sinistros.
Mais do que ampliar a fiscalização, o desafio é promover uma mudança cultural que coloque a prevenção no centro das decisões de empresas, gestores públicos e motoristas. Tratar as mortes no trânsito como um problema de gestão, e não como uma fatalidade, é um passo essencial para preservar vidas e construir um sistema viário mais seguro.
Segurança no trânsito: como prevenção, tecnologia e gestão de riscos podem reduzir mortes nas rodovias brasileiras
O trânsito brasileiro segue entre as principais causas de mortes evitáveis no país. Apesar dos avanços em fiscalização e tecnologia, milhares de pessoas ainda perdem a vida todos os anos em ocorrências que, em grande parte, poderiam ser prevenidas. O debate sobre segurança viária ganha força à medida que especialistas defendem uma mudança de postura: enxergar esses episódios não como fatalidades inevitáveis, mas como eventos passíveis de gestão e prevenção.
Nesse contexto, a substituição do termo “acidente” por “sinistro de trânsito” representa mais do que uma mudança de nomenclatura. A nova abordagem reforça a necessidade de identificar fatores de risco, como excesso de velocidade, fadiga, distrações ao volante e falhas na gestão das operações de transporte, permitindo a adoção de medidas efetivas antes que ocorram tragédias.
Paralelamente, cresce a adoção de ferramentas de monitoramento, telemetria e análise de comportamento dos condutores, capazes de auxiliar empresas e gestores públicos na construção de ambientes viários mais seguros. A combinação entre tecnologia, educação e fiscalização tem se mostrado essencial para reduzir a ocorrência de sinistros e salvar vidas.
Mais do que reagir às consequências, o desafio está em consolidar uma cultura permanente de prevenção. Investir em gestão de riscos e em práticas de segurança viária é um passo fundamental para transformar o trânsito em um espaço mais seguro para todos.
