Micromobilidade elétrica cresce no Brasil e impõe novos desafios de segurança nas cidades
A micromobilidade elétrica tem registado um crescimento acelerado no Brasil, consolidando-se como uma alternativa prática, sustentável e económica para deslocações urbanas de curta distância. Bicicletas, trotinetes e scooters elétricas tornaram-se cada vez mais populares, sobretudo em grandes centros urbanos, devido à sua capacidade de reduzir custos, evitar congestionamentos e diminuir o impacto ambiental.
No entanto, essa expansão também tem trazido novos desafios, especialmente no campo da segurança. Por serem leves, de alto valor e, muitas vezes, sem identificação obrigatória, esses equipamentos tornaram-se alvos frequentes de furtos e roubos, aumentando a preocupação de utilizadores, empresas e gestores urbanos.
Além disso, a presença crescente desses veículos em ruas, ciclovias e até ambientes corporativos exige adaptações nas estratégias de proteção, bem como na regulamentação e fiscalização. O cenário atual aponta para a necessidade de medidas integradas que envolvam tecnologia, planeamento urbano e conscientização dos utilizadores para garantir uma mobilidade mais segura e eficiente.
Importa destacar que o tema tem ganho relevância no debate público, tendo sido divulgado na imprensa, o que reforça a urgência de discutir soluções e boas práticas para acompanhar a evolução da micromobilidade nas cidades brasileiras.
Leia na íntegra o material produzido por Paulo Buriti, gerente corporativo da Corpvs Segurança, que foi publicado em vários portais de notícia. Abaixo, veja a lista dos veículos. Clique para acessar ao conteúdo.
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Dia da Mulher: esperar mais 160 anos por igualdade na liderança não é uma opção
O artigo publicado no portal ABC da Comunicação aborda a lenta evolução da presença feminina em cargos de liderança e alerta para a urgência de mudanças no cenário corporativo. Segundo dados de pesquisas recentes, no ritmo atual, a igualdade de gênero nesses cargos só será alcançada em mais de 160 anos, evidenciando um avanço ainda insuficiente.
O texto destaca que a participação das mulheres em posições de alta liderança no Brasil segue abaixo da média global e, em alguns casos, apresenta retrocessos, como na queda da presença feminina em vice-presidências. Além disso, aponta que a baixa representatividade também se reflete nos conselhos de administração, onde muitas empresas ainda não possuem mulheres em suas estruturas decisórias.
A publicação, divulgada na imprensa, contou com entrevista de Ingrid Lucena, coordenadora de marketing da Corpvs Segurança, que reforça a importância da diversidade de gênero como fator estratégico para inovação, melhores decisões e resultados corporativos. Segundo ela, ampliar a presença feminina, especialmente em setores tradicionalmente masculinos, é essencial para transformar culturas organizacionais e impulsionar o desenvolvimento das empresas.
Por fim, o artigo enfatiza que a busca pela igualdade vai além de uma questão de representatividade: trata-se de competitividade, sustentabilidade e inteligência de negócio, exigindo ações concretas e urgentes por parte das organizações.
Abaixo, veja a lista de veículos onde a entrevista foi divulgada. Clique no nome do veículo para ler o material na íntegra:
Roubo de cargas avança em MG
O avanço do roubo de cargas no Brasil, especialmente em Minas Gerais, tem acendido um alerta para o setor de transporte e segurança. Reportagem divulgada na imprensa pelo portal O Tempo mostra que esse tipo de crime deixou de ser pontual e passou a apresentar alto nível de organização, com quadrilhas estruturadas, divisão de funções e uso de informações estratégicas para agir.
O problema se agrava com casos que envolvem até agentes públicos, evidenciando a complexidade das operações criminosas e os desafios no combate a essas ações. Dados recentes indicam crescimento expressivo das ocorrências no estado, além de impactos bilionários para empresas e seguradoras.
A matéria contou com entrevista de Paulo Buriti, gerente corporativo da Corpvs Segurança, que destacou a profissionalização das quadrilhas e o uso de inteligência para mapear rotas, cargas e vulnerabilidades. Segundo ele, a prevenção passa pelo uso integrado de tecnologia, monitoramento e planejamento estratégico, aliados à cooperação entre empresas e autoridades para antecipar riscos e reduzir prejuízos.
Clique no link abaixo e leia o material na íntegra:
O custo que empresas pagam por não usar tecnologia
O artigo “Acidentes nas frotas: o custo que empresas pagam por não usar tecnologia”, divulgado na imprensa e escrito por Gaudêncio Lucena, presidente da CORPVS, chama a atenção para os impactos humanos e financeiros causados pelos acidentes de trânsito no Brasil.
O texto destaca que milhares de vidas são perdidas todos os anos e que os prejuízos econômicos chegam a bilhões de reais, afetando diretamente a saúde pública, a produtividade e o patrimônio das empresas. Segundo o autor, grande parte desses acidentes poderia ser evitada.
A análise reforça que a falta de investimento em tecnologia ainda é um dos principais problemas. Ferramentas como videotelemetria e monitoramento em tempo real já permitem identificar comportamentos de risco dos motoristas, como uso do celular, fadiga e imprudências ao volante.
Por fim, o artigo defende uma mudança de postura das empresas, com adoção de uma gestão baseada em dados e sustentada por três pilares essenciais: educação, legislação e tecnologia, como caminho para reduzir acidentes e aumentar a segurança nas frotas.
Clique no link abaixo para ler o material na íntegra:
