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Da vigilância ao dado: por que a segurança privada precisa assumir um papel estratégico em 2026

31 de março de 2026

O artigo “Da vigilância ao dado: por que a segurança privada precisa assumir um papel estratégico em 2026” apresenta uma reflexão sobre a evolução do setor de segurança privada, destacando a transição de um modelo reativo para uma abordagem estratégica baseada em dados.

Historicamente, a segurança privada foi vista como um serviço operacional, focado na vigilância e na resposta a incidentes. No entanto, esse modelo torna-se insuficiente diante de um cenário em que a criminalidade está cada vez mais organizada, tecnológica e antecipatória.

Nesse contexto, o texto defende uma mudança de paradigma: a segurança deve deixar de “apagar incêndios” e passar a atuar na prevenção, utilizando tecnologias como sensores inteligentes, telemetria e análise preditiva. O uso de dados em tempo real permite identificar padrões suspeitos e antecipar riscos, transformando a segurança numa atividade proativa e estratégica.

Outro ponto central é a valorização da segurança como investimento, e não como custo. Quando orientada por dados, ela contribui para a eficiência operacional, redução de prejuízos e aumento da produtividade, assumindo um papel relevante no desempenho económico das organizações.

O artigo reforça, assim, que a segurança privada precisa ocupar uma posição mais integrada e inteligente dentro das empresas, tornando-se um elemento-chave na tomada de decisões e na mitigação de riscos.

Este conteúdo foi divulgado na imprensa e é de autoria de Gaudêncio Lucena, presidente da Corpvs Segurança, reforçando a sua relevância para o debate atual sobre o futuro da segurança privada.

Clique no link abaixo para ler o material na íntegra:

Outros artigos

Dia da Mulher: esperar mais 160 anos por igualdade na liderança não é uma opção

O artigo publicado no portal ABC da Comunicação aborda a lenta evolução da presença feminina em cargos de liderança e alerta para a urgência de mudanças no cenário corporativo. Segundo dados de pesquisas recentes, no ritmo atual, a igualdade de gênero nesses cargos só será alcançada em mais de 160 anos, evidenciando um avanço ainda insuficiente.

O texto destaca que a participação das mulheres em posições de alta liderança no Brasil segue abaixo da média global e, em alguns casos, apresenta retrocessos, como na queda da presença feminina em vice-presidências. Além disso, aponta que a baixa representatividade também se reflete nos conselhos de administração, onde muitas empresas ainda não possuem mulheres em suas estruturas decisórias.

A publicação, divulgada na imprensa, contou com entrevista de Ingrid Lucena, coordenadora de marketing da Corpvs Segurança, que reforça a importância da diversidade de gênero como fator estratégico para inovação, melhores decisões e resultados corporativos. Segundo ela, ampliar a presença feminina, especialmente em setores tradicionalmente masculinos, é essencial para transformar culturas organizacionais e impulsionar o desenvolvimento das empresas.

Por fim, o artigo enfatiza que a busca pela igualdade vai além de uma questão de representatividade: trata-se de competitividade, sustentabilidade e inteligência de negócio, exigindo ações concretas e urgentes por parte das organizações.

Abaixo, veja a lista de veículos onde a entrevista foi divulgada. Clique no nome do veículo para ler o material na íntegra:

 

Roubo de cargas avança em MG

O avanço do roubo de cargas no Brasil, especialmente em Minas Gerais, tem acendido um alerta para o setor de transporte e segurança. Reportagem divulgada na imprensa pelo portal O Tempo mostra que esse tipo de crime deixou de ser pontual e passou a apresentar alto nível de organização, com quadrilhas estruturadas, divisão de funções e uso de informações estratégicas para agir.

O problema se agrava com casos que envolvem até agentes públicos, evidenciando a complexidade das operações criminosas e os desafios no combate a essas ações. Dados recentes indicam crescimento expressivo das ocorrências no estado, além de impactos bilionários para empresas e seguradoras.

A matéria contou com entrevista de Paulo Buriti, gerente corporativo da Corpvs Segurança, que destacou a profissionalização das quadrilhas e o uso de inteligência para mapear rotas, cargas e vulnerabilidades. Segundo ele, a prevenção passa pelo uso integrado de tecnologia, monitoramento e planejamento estratégico, aliados à cooperação entre empresas e autoridades para antecipar riscos e reduzir prejuízos.

Clique no link abaixo e leia o material na íntegra:

O custo que empresas pagam por não usar tecnologia

O artigo “Acidentes nas frotas: o custo que empresas pagam por não usar tecnologia”, divulgado na imprensa e escrito por Gaudêncio Lucena, presidente da CORPVS, chama a atenção para os impactos humanos e financeiros causados pelos acidentes de trânsito no Brasil.

O texto destaca que milhares de vidas são perdidas todos os anos e que os prejuízos econômicos chegam a bilhões de reais, afetando diretamente a saúde pública, a produtividade e o patrimônio das empresas. Segundo o autor, grande parte desses acidentes poderia ser evitada.

A análise reforça que a falta de investimento em tecnologia ainda é um dos principais problemas. Ferramentas como videotelemetria e monitoramento em tempo real já permitem identificar comportamentos de risco dos motoristas, como uso do celular, fadiga e imprudências ao volante.

Por fim, o artigo defende uma mudança de postura das empresas, com adoção de uma gestão baseada em dados e sustentada por três pilares essenciais: educação, legislação e tecnologia, como caminho para reduzir acidentes e aumentar a segurança nas frotas.

Clique no link abaixo para ler o material na íntegra:

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