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Solidariedade que inspira: colaboradora Corpvs reúne amigos e familiares para ajudar quem mais precisa

20 de março de 2026Liandro Brito

Talento Corpvs

Mesmo com a rotina intensa entre o trabalho e os compromissos pessoais, Joyce Rodrigues da Silva, colaboradora da Corpvs há 9 anos, encontra tempo para fazer o bem. Atuando no Setor de Rastreamento de Frota, ela dedica suas horas livres — à noite ou nos finais de semana — à organização de ações beneficentes que mobilizam amigos, familiares e até pessoas desconhecidas, unidas pelo mesmo propósito: ajudar o próximo.

“É uma rotina corrida, mas muito recompensadora. Ver cada iniciativa tomando forma e impactando vidas enche o coração de alegria e faz tudo valer a pena”, conta. A vontade de ajudar vem de casa. Inspirada pelos pais e pelos amigos, que sempre a incentivaram a praticar a solidariedade, Joyce deu vida a um projeto que começou de maneira simples, mas ganhou proporção nacional.

A ideia surgiu em janeiro de 2024, quando o grupo decidiu fazer uma homenagem a um dos membros da banda sul coreana BTS. A ação uniu pessoas de diferentes regiões do país e, de repente, o que seria apenas uma celebração transformou-se em um movimento constante de apoio social.

Hoje, a iniciativa conta com 11 administradoras espalhadas por todo o Brasil, com exceção da região Norte. Elas se dividem em diversas funções: comunicação nas redes sociais, planejamento das campanhas, organização de ações presenciais e articulação com instituições parceiras.

Para Joyce, o aprendizado dentro da Corpvs tem papel importante nesta trajetória. “Foi aqui que desenvolvi paciência, empatia e o trabalho em equipe. Entendi que nosso trabalho contribui para a segurança de muitas vidas — e isso me inspira a cuidar também de quem está fora da empresa.” Entre as muitas memórias especiais desta jornada, uma em especial marcou sua vida: no dia da primeira ação social, ao sair do trabalho, ela sofreu um pequeno acidente de carro.

“Alguns colegas da Corpvs me ajudaram imediatamente e resolveram tudo por mim. Naquele momento, percebi que existem pessoas muito boas aqui dentro, e isso me marcou profundamente.” Com dedicação, espírito de equipe e muita empatia, Joyce faz do seu tempo uma ferramenta de transformação, mostrando que fazer o bem pode ser simples — e que cada gesto pode mudar o dia (ou a vida) de alguém.

Foto de Liandro Brito

Liandro Brito

Jornalista produtor e escritor do Jornal Corpvs News.

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Dia da Mulher: esperar mais 160 anos por igualdade na liderança não é uma opção

O artigo publicado no portal ABC da Comunicação aborda a lenta evolução da presença feminina em cargos de liderança e alerta para a urgência de mudanças no cenário corporativo. Segundo dados de pesquisas recentes, no ritmo atual, a igualdade de gênero nesses cargos só será alcançada em mais de 160 anos, evidenciando um avanço ainda insuficiente.

O texto destaca que a participação das mulheres em posições de alta liderança no Brasil segue abaixo da média global e, em alguns casos, apresenta retrocessos, como na queda da presença feminina em vice-presidências. Além disso, aponta que a baixa representatividade também se reflete nos conselhos de administração, onde muitas empresas ainda não possuem mulheres em suas estruturas decisórias.

A publicação, divulgada na imprensa, contou com entrevista de Ingrid Lucena, coordenadora de marketing da Corpvs Segurança, que reforça a importância da diversidade de gênero como fator estratégico para inovação, melhores decisões e resultados corporativos. Segundo ela, ampliar a presença feminina, especialmente em setores tradicionalmente masculinos, é essencial para transformar culturas organizacionais e impulsionar o desenvolvimento das empresas.

Por fim, o artigo enfatiza que a busca pela igualdade vai além de uma questão de representatividade: trata-se de competitividade, sustentabilidade e inteligência de negócio, exigindo ações concretas e urgentes por parte das organizações.

Abaixo, veja a lista de veículos onde a entrevista foi divulgada. Clique no nome do veículo para ler o material na íntegra:

 

Roubo de cargas avança em MG

O avanço do roubo de cargas no Brasil, especialmente em Minas Gerais, tem acendido um alerta para o setor de transporte e segurança. Reportagem divulgada na imprensa pelo portal O Tempo mostra que esse tipo de crime deixou de ser pontual e passou a apresentar alto nível de organização, com quadrilhas estruturadas, divisão de funções e uso de informações estratégicas para agir.

O problema se agrava com casos que envolvem até agentes públicos, evidenciando a complexidade das operações criminosas e os desafios no combate a essas ações. Dados recentes indicam crescimento expressivo das ocorrências no estado, além de impactos bilionários para empresas e seguradoras.

A matéria contou com entrevista de Paulo Buriti, gerente corporativo da Corpvs Segurança, que destacou a profissionalização das quadrilhas e o uso de inteligência para mapear rotas, cargas e vulnerabilidades. Segundo ele, a prevenção passa pelo uso integrado de tecnologia, monitoramento e planejamento estratégico, aliados à cooperação entre empresas e autoridades para antecipar riscos e reduzir prejuízos.

Clique no link abaixo e leia o material na íntegra:

O custo que empresas pagam por não usar tecnologia

O artigo “Acidentes nas frotas: o custo que empresas pagam por não usar tecnologia”, divulgado na imprensa e escrito por Gaudêncio Lucena, presidente da CORPVS, chama a atenção para os impactos humanos e financeiros causados pelos acidentes de trânsito no Brasil.

O texto destaca que milhares de vidas são perdidas todos os anos e que os prejuízos econômicos chegam a bilhões de reais, afetando diretamente a saúde pública, a produtividade e o patrimônio das empresas. Segundo o autor, grande parte desses acidentes poderia ser evitada.

A análise reforça que a falta de investimento em tecnologia ainda é um dos principais problemas. Ferramentas como videotelemetria e monitoramento em tempo real já permitem identificar comportamentos de risco dos motoristas, como uso do celular, fadiga e imprudências ao volante.

Por fim, o artigo defende uma mudança de postura das empresas, com adoção de uma gestão baseada em dados e sustentada por três pilares essenciais: educação, legislação e tecnologia, como caminho para reduzir acidentes e aumentar a segurança nas frotas.

Clique no link abaixo para ler o material na íntegra:

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